Em crise, Fifa e Uefa cancelam partida anual de funcionários

O amistoso havia sido marcado para acontecer em Nyon, na Suíça, sede da Uefa e de seu presidente, o francês Michel Platini; “Em um decisão conjunta, concordamos em adiar o desafio Uefa-Fifa 2015, que havia sido agendado para a sexta-feira, 2 de outubro, até segunda ordem”, disse um porta-voz da Fifa nesta quarta-feira

O amistoso havia sido marcado para acontecer em Nyon, na Suíça, sede da Uefa e de seu presidente, o francês Michel Platini; “Em um decisão conjunta, concordamos em adiar o desafio Uefa-Fifa 2015, que havia sido agendado para a sexta-feira, 2 de outubro, até segunda ordem”, disse um porta-voz da Fifa nesta quarta-feira
O amistoso havia sido marcado para acontecer em Nyon, na Suíça, sede da Uefa e de seu presidente, o francês Michel Platini; “Em um decisão conjunta, concordamos em adiar o desafio Uefa-Fifa 2015, que havia sido agendado para a sexta-feira, 2 de outubro, até segunda ordem”, disse um porta-voz da Fifa nesta quarta-feira (Foto: Luis Mauro Queiroz)
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ZURIQUE (Reuters) - A Fifa e a Uefa, as entidades representativas do futebol mundial e europeu cujos líderes estão implicados em uma investigação criminal na Suíça, cancelaram a partida de futebol anual entre seus funcionários.

O amistoso havia sido marcado para acontecer em Nyon, na Suíça, sede da Uefa e de seu presidente, o francês Michel Platini.

“Em um decisão conjunta, concordamos em adiar o desafio Uefa-Fifa 2015, que havia sido agendado para a sexta-feira, 2 de outubro, até segunda ordem”, disse um porta-voz da Fifa nesta quarta-feira.

Na terça-feira, as autoridades suíças declararam que estão tratando Platini como algo “entre uma testemunha e uma pessoa acusada” no inquérito que foi ampliado na semana passada para incluir o presidente da Fifa, Joseph Blatter.

O procurador-geral Michael Lauber afirmou aos repórteres que não descarta fazer buscas na sede da Uefa como parte da investigação.

O escritório de Lauber informou que Blatter é suspeito de ter feito um “pagamento desleal” de dois milhões de francos suíços a Platini em 2011 às custas da Fifa.

Os dois dirigentes negaram qualquer irregularidade e disseram que o pagamento foi uma compensação legítima por um trabalho que Platini realizou para a Fifa.

(Por Simon Evans)

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