Em mais 9 ações, MPE cobra de Miranda devolução de R$ 61,3 mi

Mais nove ações foram protocoladas pelo Ministério Público Estadual (MPE) nesta quarta-feira, 4, cobrando do ex-governador Marcelo Miranda, candidato a governador da coligação "A experiência faz a mudança", seu pai, Brito Miranda, e outras 14 pessoas, a devolução de R$ 61,3 milhões desviados em obras de pontes; já são 38 denúncias que tentam recuperar R$ 412 milhões dos R$ 458 milhões desviados no contrato 403/98

Mais nove ações foram protocoladas pelo Ministério Público Estadual (MPE) nesta quarta-feira, 4, cobrando do ex-governador Marcelo Miranda, candidato a governador da coligação "A experiência faz a mudança", seu pai, Brito Miranda, e outras 14 pessoas, a devolução de R$ 61,3 milhões desviados em obras de pontes; já são 38 denúncias que tentam recuperar R$ 412 milhões dos R$ 458 milhões desviados no contrato 403/98
Mais nove ações foram protocoladas pelo Ministério Público Estadual (MPE) nesta quarta-feira, 4, cobrando do ex-governador Marcelo Miranda, candidato a governador da coligação "A experiência faz a mudança", seu pai, Brito Miranda, e outras 14 pessoas, a devolução de R$ 61,3 milhões desviados em obras de pontes; já são 38 denúncias que tentam recuperar R$ 412 milhões dos R$ 458 milhões desviados no contrato 403/98 (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - Em nove ações civis de improbidade administrativa protocoladas na tarde de quarta-feira, 3, e manhã de quinta-feira, 4, o Ministério Público Estadual (MPE) cobra do ex-governador Marcelo Miranda, candidato a governador da coligação "A experiência faz a mudança" e seu pai, Brito Miranda, a devolução de R$ 61.354.791,09. O valor se refere a recursos desviados em construção de pontes na gestão do ex-peemedebista, acrescidos de juros e multa.

As ações denunciam superfaturamento e pagamento em duplicidade, entre outras acusações, nas obras de pontes sobre os rios Surubim e Surubim Vazante (Paraíso), Perdida (Centenário), Monte Santo e Pau d'Arco (Novo Acordo), Peixe (Natividade), Água Feia (Chapada de Areia), Brejão (Novo Acordo) e Capivara (Arraias).

Os desvios foram apurados em inspeção do Tribunal de Contas do Estado (TCE) realizada em 2010 e totaliza R$ 458.159.919,69 provenientes de pagamentos irregulares no contrato nº 403/98, bancado com empréstimos internacionais.

A partir da inspeção, o MPE montou uma força-tarefa de promotores que iniciou, em 2012, o protocolo destas ações inicialmente no interior em cada comarca que abrangia o local da obra. Após uma decisão do Tribunal de Justiça (TJ-TO) sobre a competência para julgá-las a força-tarefa passou a apresentá-las à 3ª Vara da Justiça de Palmas.

Com as ações de hoje, chegam a 38 as denúncias formalizadas pelo MPE contra o peemedebista cobrando R$ 412 milhões dos R$ 458 milhões calculados para o contrato.

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