Em PE, produção de álcool supera a de açúcar

A produção de álcool em Pernambuco superou, pela primeira vez, a produção de açúcar; o Estado, segundo maior produtor nordestino de cana-de-açúcar e cuja safra termina em abril, deverá colher um total de cerca de 15,1 milhões de toneladas; na safra anterior este volume foi de 14,4 milhões de toneladas; em relação ao volume produzido, as usinas pernambucanas produziram 56% de etanol e 44% de açúcar

A produção de álcool em Pernambuco superou, pela primeira vez, a produção de açúcar; o Estado, segundo maior produtor nordestino de cana-de-açúcar e cuja safra termina em abril, deverá colher um total de cerca de 15,1 milhões de toneladas; na safra anterior este volume foi de 14,4 milhões de toneladas; em relação ao volume produzido, as usinas pernambucanas produziram 56% de etanol e 44% de açúcar
A produção de álcool em Pernambuco superou, pela primeira vez, a produção de açúcar; o Estado, segundo maior produtor nordestino de cana-de-açúcar e cuja safra termina em abril, deverá colher um total de cerca de 15,1 milhões de toneladas; na safra anterior este volume foi de 14,4 milhões de toneladas; em relação ao volume produzido, as usinas pernambucanas produziram 56% de etanol e 44% de açúcar (Foto: Paulo Emílio)
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Pernambuco 247 - A produção de álcool em Pernambuco superou, pela primeira vez, a produção de açúcar. O Estado, segundo maior produtor nordestino de cana-de-açúcar e cuja safra termina em abril, deverá colher um total de cerca de 15,1 milhões de toneladas. Na safra anterior este volume foi de 14,4 milhões de toneladas. Em relação ao volume produzido, as usinas pernambucanas produziram 56% de etanol e 44% de açúcar.

Apesar do volume ser maior que a produção da safra anterior, a seca que afeta o Nordeste - a pior dos últimos 50 anos – e a falta de políticas públicas são algumas das razões apontadas pelo setor para dificuldades que resultaram na diminuição da área plantada e até mesmo no fechamento de usinas. Nos últimos 20 anos, a área plantada caiu de 500 mil para 350 mil hectares e das 18 usinas em atividade na safra 2013-2014, duas fecharam.

"Algumas políticas federais foram prometidas e são políticas voltadas à competitividade que vieram fora do tempo. A volta da Cide [Contribuição de intervenção no Domínio Econômico] de forma mais estável, com maior previsibilidade, com maior transparência, faria com que os investimentos voltassem. É muito difícil o empreendedor conseguir investir quando ele não sabe as regras do jogo", disse o presidente do Sindicato do Açúcar e do Álcool de Pernambuco, Renato Cunha, em entrevista ao Bom Dia Pernambuco.

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