Em Pernambuco, Dilma pode “melar” festa de Campos

Presidente cumpre agenda no estado do futuro adversário nesta manhã, quando participará da viagem inaugural do navio Dragão do Mar, do Estaleiro Atlântico Sul, em Ipojuca, e à tarde, na inauguração da Adutora Pajeú, em Serra Talhada; com abertura às 14h, evento em Brasília lançará a chapa de Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva à Presidência da República; primeiro sinal de que Dilma Rousseff pode "melar" a festa de Campos na capital federal é o fato de o atual governador de Pernambuco, João Soares Lyra Neto, ter confirmado presença ao lado de Dilma, e não no grande evento de seu partido; visita de Dilma tem um simbolismo político ainda mais evidente quando se observa que ela está tecnicamente empatada com Campos no estado

Presidente cumpre agenda no estado do futuro adversário nesta manhã, quando participará da viagem inaugural do navio Dragão do Mar, do Estaleiro Atlântico Sul, em Ipojuca, e à tarde, na inauguração da Adutora Pajeú, em Serra Talhada; com abertura às 14h, evento em Brasília lançará a chapa de Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva à Presidência da República; primeiro sinal de que Dilma Rousseff pode "melar" a festa de Campos na capital federal é o fato de o atual governador de Pernambuco, João Soares Lyra Neto, ter confirmado presença ao lado de Dilma, e não no grande evento de seu partido; visita de Dilma tem um simbolismo político ainda mais evidente quando se observa que ela está tecnicamente empatada com Campos no estado
Presidente cumpre agenda no estado do futuro adversário nesta manhã, quando participará da viagem inaugural do navio Dragão do Mar, do Estaleiro Atlântico Sul, em Ipojuca, e à tarde, na inauguração da Adutora Pajeú, em Serra Talhada; com abertura às 14h, evento em Brasília lançará a chapa de Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva à Presidência da República; primeiro sinal de que Dilma Rousseff pode "melar" a festa de Campos na capital federal é o fato de o atual governador de Pernambuco, João Soares Lyra Neto, ter confirmado presença ao lado de Dilma, e não no grande evento de seu partido; visita de Dilma tem um simbolismo político ainda mais evidente quando se observa que ela está tecnicamente empatada com Campos no estado (Foto: Felipe L. Goncalves)

Pernambuco 247 – Nesta segunda-feira 14, a presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-governador e pré-candidato à presidência Eduardo Campos (PSB) trocarão seus redutos de trabalho diário. Enquanto Dilma cumprirá agenda em Pernambuco, pela manhã e à tarde, Campos anunciará oficialmente o nome da ex-senadora Marina Silva na composição da chapa do PSB que será lançada na disputa ao Planalto esse ano.

A visita de Dilma tem um simbolismo político ainda mais evidente quando se observa que ela está tecnicamente empatada com Campos em relação ao eleitorado pernambucano. De acordo com pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisas Maurício de Nassau (IPMN) e publicada nesta segunda-feira pelo Jornal  do Commercio, a petista possui 35% das intenções de voto, enquanto campos figura com 38%. O senador mineiro Aécio Neves (PSDB) possui apenas 3% das intenções de voto do eleitor pernambucano.

Os eventos de Dilma – a viagem inaugural do navio Dragão do Mar, do Estaleiro Atlântico Sul, em Ipojuca, pela manhã, e a inauguração da primeira etapa e assinatura de ordem de serviço da segunda etapa da Adutora Pajeú, além do lançamento do edital do Ramal do Agreste, em Serra Talhada – mandam ainda um recado à população: enquanto ela trabalha, Campos, que deixou o governo do estado há dez dias para se dedicar exclusivamente à corrida eleitoral, usa Brasília para fazer política.

A ida de Dilma ao reduto do futuro adversário já "melou" ao menos um ponto da festa de Campos: o governador de Pernambuco, João Lyra Neto, confirmou neste domingo presença ao lado da presidente, o que significa que não estará num importante evento de seu partido, cujo principal personagem é o presidente da legenda e de quem, até pouco tempo, era vice-governador. O "evento político-cultural" anunciado pela aliança PSB-Rede-PPS pretende reunir cerca de mil militantes no Hotel Nacional.

O principal foco do ato em Brasília será diferente do que vem sendo colocado em prática até então. Agora, o objetivo de Campos, que não deslancha nas pesquisas e nem recebeu os votos de Marina, como era esperado antes da aliança, é tornar-se mais conhecido do eleitorado brasileiro. A dupla se dividirá para viajar por cerca de 200 cidades estratégias do País até junho. A intenção é apresentar o ex-governador de Pernambuco como algo novo, diferente de tudo o que está aí.

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