Em recado ao PDT, Tarso cita 'política paroquial'

Na posse dos três novos secretários, governador do RS disse que debandada do PDT de seu governo é como uma estratégia tecnocrática da direita para desconstruir o projeto democrático propiciado pela Constituição de 1988”; segundo o petista, a aproximação entre o senador Aécio Neves (PSDB) e o candidato do PDT ao governo estadual é “incompatível”

PORTO ALEGRE, RS, BRASIL: Governador Tarso Genro durante Posse dos Novos Secretários de Estado: da Saúde, Sandra Fagundes; do Esporte e Lazer, Ricardo Petersen e do Gabinete dos Prefeitos e Relações Federativas, Jorge Branco  Foto: Caco Argemi/Palácio Pir
PORTO ALEGRE, RS, BRASIL: Governador Tarso Genro durante Posse dos Novos Secretários de Estado: da Saúde, Sandra Fagundes; do Esporte e Lazer, Ricardo Petersen e do Gabinete dos Prefeitos e Relações Federativas, Jorge Branco Foto: Caco Argemi/Palácio Pir (Foto: Roberta Namour)

247 – Em recado ao PDT, que deixou o governo após três anos, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, disse que o estado não aceita mais voltar ao "atraso e à mesquinhez" e nem ao cenário de "política paroquial".

O PDT deixou o governo para lançar candidatura própria ao Piratini em 2014, com o deputado federal Vieira da Cunha.

Nesta segunda-feira, Tarso nomeou três substitutos e criticou debandada: “Os partidos e os políticos em geral estão sendo colocados como obstáculos ao progresso, ao desenvolvimento e à democracia. Vejo isso como uma estratégia tecnocrática da direita para desconstruir o projeto democrático propiciado pela Constituição de 1988”, afirmou.

O governo vê ainda como “incompatível” aproximação entre o senador Aécio Neves (PSDB) e o candidato do PDT ao governo estadual.

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