Em resposta ao DCM, Marta diz que não atacou a redução de mortes

Por meio da assessoria de imprensa, a senadora e pré-candidata a prefeita de São Paulo Marta Suplicy resgata a resposta que deu em entrevista à rádio Jovem Pan essa semana sobre a medida do prefeito Fernando Haddad (PT) de reduzir a velocidade máxima nas vias expressas; "Não acredito no que ele está apresentando como redução de danos e de morte e tal. Não acredito que tenha relação com a velocidade... Não acredito nos dados", afirmou

Por meio da assessoria de imprensa, a senadora e pré-candidata a prefeita de São Paulo Marta Suplicy resgata a resposta que deu em entrevista à rádio Jovem Pan essa semana sobre a medida do prefeito Fernando Haddad (PT) de reduzir a velocidade máxima nas vias expressas; "Não acredito no que ele está apresentando como redução de danos e de morte e tal. Não acredito que tenha relação com a velocidade... Não acredito nos dados", afirmou
Por meio da assessoria de imprensa, a senadora e pré-candidata a prefeita de São Paulo Marta Suplicy resgata a resposta que deu em entrevista à rádio Jovem Pan essa semana sobre a medida do prefeito Fernando Haddad (PT) de reduzir a velocidade máxima nas vias expressas; "Não acredito no que ele está apresentando como redução de danos e de morte e tal. Não acredito que tenha relação com a velocidade... Não acredito nos dados", afirmou (Foto: Gisele Federicce)
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247 - A senadora e pré-candidata à Prefeitura de São Paulo Marta Suplicy (PMDB-SP) respondeu, por meio de sua assessoria de imprensa, texto publicado pelo jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, e reproduzido pelo 247, de que tenha atacado "até a redução de mortes nas marginais" em uma entrevista concedida à rádio Jovem Pan.

"Não é verdade. Marta não atacou a redução de mortes", informa a assessoria, que resgata a íntegra da resposta da pré-candidata, ao ser questionada por um ouvinte sobre a medida do prefeito Fernando Haddad (PT) de diminuir a velocidade máxima nas marginais:

"Como todas as coisas que ele (o prefeito Fernando Haddad) fez nessa cidade, são sem planejamento. E sem a participação da população. Esse é o maior problema nessa administração. Você é comunicado, um dia, que vai ser daquele jeito. E você não tem um dizer. Ele faz o governo que é o símbolo da exclusão, de tudo! Sou contra o jeito que foi feito. Acho que São Paulo é uma cidade elétrica. São Paulo é uma cidade que não comporta 50 quilômetros numa marginal. Primeiro, não acredito no que ele está apresentando como redução de danos e de morte e tal. Não acredito que tenha relação com a velocidade... Não acredito nos dados", disse Marta.

De acordo com a nota da assessoria, "o fenômeno de redução de mortes não pode ser explicado por um dado isolado. Há mais fatores para se considerar como a crise econômica, que tem como efeitos a redução do uso do carro e o aumento do uso do transporte coletivo". Segundo Marta, ainda na entrevista à Jovem Pan, "as pessoas estão desempregadas, ou com medo do desemprego. Estão economizando gasolina".

Leia abaixo a íntegra da nota:

Nota de esclarecimento

Em sua crítica à entrevista que a senadora Marta Suplicy concedeu à rádio Jovem Pan na sexta-feira (22/01), o jornalista Paulo Nogueira desinforma e o 247 reproduz que "a ex-petista Marta Suplicy (PMDB) chegou ao absurdo de atacar a redução das mortes nas marginais paulistanas depois que o prefeito Fernando Haddad (PT) reduziu a velocidade nas vias expressas."

Não é verdade. Marta não atacou a redução de mortes.

Em resposta a um ouvinte da rádio, que perguntou sobre essas medidas, Marta respondeu:

"Como todas as coisas que ele (o prefeito Fernando Haddad) fez nessa cidade, são sem planejamento. E sem a participação da população. Esse é o maior problema nessa administração. Você é comunicado, um dia, que vai ser daquele jeito. E você não tem um dizer. Ele faz o governo que é o símbolo da exclusão, de tudo! Sou contra o jeito que foi feito. Acho que São Paulo é uma cidade elétrica. São Paulo é uma cidade que não comporta 50 quilômetros numa marginal. Primeiro, não acredito no que ele está apresentando como redução de danos e de morte e tal. Não acredito que tenha relação com a velocidade... Não acredito nos dados."

Ouça a entrevista: http://jovempan.uol.com.br/noticias/brasil/sao-paulo/sao-paulo-e-eletrica-nao-comporta-50-kmh-numa-marginal-diz-marta-suplicy.html

Marta destacou argumentos que especialistas em trânsito e transportes também têm apontado em uma série de entrevistas a veículos de comunicação.

Em síntese: o fenômeno de redução de mortes não pode ser explicado por um dado isolado. Há mais fatores para se considerar como a crise econômica, que tem como efeitos a redução do uso do carro e o aumento do uso do transporte coletivo. "As pessoas estão desempregadas, ou com medo do desemprego. Estão economizando gasolina", disse Marta na entrevista à Jovem Pan.

Corroborando com as informações e opiniões de Marta, a Rede Nossa São Paulo divulgou na terça-feira (19) que mesmo com avaliação ainda negativa sobre os transportes, a 7ª edição da pesquisa IRBEM – Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município, da ONG em parceria com FecomercioSP, realizada pelo Ibope, detectou o aumento no número de pessoas que andam de ônibus todos os dias.

"Em 2015, 71% dos entrevistados afirmam utilizar ônibus como meio de transporte diário na cidade. Na pesquisa anterior, eram 68% os que responderam afirmativamente a essa questão", informa a Rede Nossa São Paulo. http://antp.org.br/website/noticias/show.asp?npgCode=8C990E2E-25E7-4C90-B76A-42CE80C335B0.

Também houve redução de fluxo de veículos pesados, no estado, apontada por especialistas e pela Artesp (agência paulista de transportes), entre mais fatores.

Noticiou a Folha de S. Paulo (07/10/15): "Em 2013, as mortes no trânsito brasileiro já tinham caído 6% –embora os índices ainda sejam quase três vezes superiores ao de países desenvolvidos." http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/10/1691068-rodovias-paulistas-tem-reducao-recorde-de-mortes-em-acidentes.shtml

Publicou o site R7, a partir de Conteúdo Estadão (16/09/2015): "'Sem dados sobre o volume do tráfego, a quantidade de carros percorrendo as vias, não é possível concluir que a redução das velocidades seja o único fator para se chegar nesse resultado', explica o professor de engenharia de trânsito Creso de Franco Peixoto, da FEI (Fundação Educacional Inaciana)."... Ainda afirma o professor: "Do ano passado para cá, entramos em um período de resfriamento da atividade econômica, o que resulta em menos viagens e, como consequência, volume menor de veículos."
http://noticias.r7.com/sao-paulo/reducao-de-velocidade-nas-marginais-diminui-em-6-o-transito-em-toda-a-cidade-diz-cet-16092015

Assessoria de Imprensa da Senadora Marta Suplicy

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