Em uníssono, baianos dizem que doações da Odebrecht foram legais

Pelo menos 19 baianos estão na lista de mais de 200 políticos que podem ter recebido doações ilegais (ou caixa 2) da Odebrecht em campanhas eleitorais de 2012 e 2014; o documento foi apreendido pela Polícia Federal na sede da empresa em Salvador em decorrência da Operação Acarajé - desdobramento da Lava Jato; até então, os que se pronunciaram negam irregularidades; leia seus argumentos

Pelo menos 19 baianos estão na lista de mais de 200 políticos que podem ter recebido doações ilegais (ou caixa 2) da Odebrecht em campanhas eleitorais de 2012 e 2014; o documento foi apreendido pela Polícia Federal na sede da empresa em Salvador em decorrência da Operação Acarajé - desdobramento da Lava Jato; até então, os que se pronunciaram negam irregularidades; leia seus argumentos
Pelo menos 19 baianos estão na lista de mais de 200 políticos que podem ter recebido doações ilegais (ou caixa 2) da Odebrecht em campanhas eleitorais de 2012 e 2014; o documento foi apreendido pela Polícia Federal na sede da empresa em Salvador em decorrência da Operação Acarajé - desdobramento da Lava Jato; até então, os que se pronunciaram negam irregularidades; leia seus argumentos (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Pelo menos 19 baianos estão na lista de mais de 200 políticos que podem ter recebido doações ilegais (ou caixa 2) da Odebrecht em campanhas eleitorais de 2012 e 2014. O documento foi apreendido pela Polícia Federal na sede da empresa em Salvador em decorrência da Operação Acarajé - desdobramento da Lava Jato.

Abaixo os argumentos de alguns dos citados. Até então, os que se pronunciaram negam irregularidades.

Deputado Marcelo Nilo (PL), presidente da Assembleia Legislativa da Bahia

"Foi oficialmente. Está declarado no meu imposto de renda. Aliás, não. Na minha conta de campanha. Não tem problema nenhum". Nilo é apelidado como 'Rio', em referência ao Rio Nilo, no Egito.

Deputado federal Jutahy Magalhães Jr. (PSDB)

"Recebi doações em 2014, doações legais e dentro da lei. Tenho minhas contas aprovadas pelo Tribunal Eleitoral".

Vereadora de Salvador Vânia Galvão (PT)

"Nunca recebi recursos de modo ilegal, portanto quem quiser pode investigar minhas contas. A lista de contabilidade da Odebrecht apreendida pela Operação Acarajé é apenas coleta de dados, faz parte do processo de investigação que deve ocorrer de modo imparcial, e por isso não podemos admitir que segmentos de imprensa nos exponham, sem a mínima apuração".

Vereador de Salvador Arnando Lessa (PT)

"Estou avaliando processar a Odebrecht para eles provarem que doaram para minha campanha. São danos políticos enormes e danos à minha imagem também. Nunca prestei favores a eles (Odebrecht), não tenho relação com nenhum diretor. Quero destacar isso. Fui informado agora que foi feita uma doação ao Partido dos Trabalhadores. Declarei tudo na minha prestação de contas. Essa é a verdade pura e cristalina".

Deputado federal Nelson Pelegrino (PT) - licenciado porque está exercendo o cargo de secretário do Turismo da Bahia

"Quero declarar que todas as doações que recebi estão contabilizadas nas contas de 2012 e 2014, que foram aprovadas no Tribunal Regional Eleitoral. Elas estão declaradas e aprovadas".

Deputado federal Arthur Maia (PPS)

"Em 2012 os valores foram depositados pela Odebrecht na conta corrente do PMDB Nacional e repassados, pelo partido, a campanhas eleitorais por mim indicadas, no Estado da Bahia. Tudo documentado e realizado conforme a legislação".

Tonha Magalhães (PR) - ex-prefeita de Candeias e ex-deputada federal

"Todas as doações recebidas da empreiteira respeitaram as normas da legislação eleitoral".

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