Empresas pedem passagem de ônibus a R$ 4,26 em Porto Alegre

O Sindicato das Empresas de Ônibus da Capital (Seopa) protocolou junto à Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) uma proposta de reajuste das passagens de ônibus de Porto Alegre de 13,5%, com o valor saltando dos atuais R$ 3,75 para R$ 4,26; a proposta foi encaminhada após as empresas firmarem acordo com o Sindicato dos Rodoviários (StetPoa) sobre o dissídio da categoria; pelo acordo, motoristas e cobradores terão reajuste de 5,5%, percentual consideravelmente abaixo do incremento no preço da tarifa pedido pelas empresas

O Sindicato das Empresas de Ônibus da Capital (Seopa) protocolou junto à Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) uma proposta de reajuste das passagens de ônibus de Porto Alegre de 13,5%, com o valor saltando dos atuais R$ 3,75 para R$ 4,26; a proposta foi encaminhada após as empresas firmarem acordo com o Sindicato dos Rodoviários (StetPoa) sobre o dissídio da categoria; pelo acordo, motoristas e cobradores terão reajuste de 5,5%, percentual consideravelmente abaixo do incremento no preço da tarifa pedido pelas empresas
O Sindicato das Empresas de Ônibus da Capital (Seopa) protocolou junto à Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) uma proposta de reajuste das passagens de ônibus de Porto Alegre de 13,5%, com o valor saltando dos atuais R$ 3,75 para R$ 4,26; a proposta foi encaminhada após as empresas firmarem acordo com o Sindicato dos Rodoviários (StetPoa) sobre o dissídio da categoria; pelo acordo, motoristas e cobradores terão reajuste de 5,5%, percentual consideravelmente abaixo do incremento no preço da tarifa pedido pelas empresas (Foto: Leonardo Lucena)

Sul 21 - O Sindicato das Empresas de Ônibus da Capital (Seopa) protocolou na tarde de quarta-feira (1º) junto à Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) uma proposta de reajuste das passagens de ônibus de Porto Alegre de 13,5%, com o valor saltando dos atuais R$ 3,75 para R$ 4,26.

A proposta foi encaminhada após as empresas firmarem acordo com o Sindicato dos Rodoviários (StetPoa) sobre o dissídio da categoria. Pelo acordo, motoristas e cobradores terão reajuste de 5,5%, percentual consideravelmente abaixo do incremento no preço da tarifa pedido pelas empresas.

As operadores do transporte público justificam essa diferença sob a alegação de que registraram prejuízos no último ano, em razão da queda de passageiros registrada e de perdas decorrentes do período, em 2016, no qual a tarifa foi rebaixada por decisão judicial.

A EPTC deve agora apresentar um estudo próprio sobre o valor da tarifa e encaminhar ao Conselho Municipal de Transportes Urbanos (Comtu), órgão responsável pela decisão sobre o preço da passagem e que terá sete dias para definir o valor final.

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