Erundina diz que não se comove com acusação de que divide a esquerda

Candidata pelo PSOL à Prefeitura de São Paulo, Luiza Erundina disse que as críticas de que a sua postulação divide a esquerda "não procedem" e que não se comove com a tentativa de aproximação do PT do prefeito Fernando Haddad na reta final da disputa; a ex-prefeita, que ocupa o quarto lugar nas pesquisas (5%), afirmou que não "brinca de eleição" e que a candidatura não foi uma "decisão pessoal"

Candidata pelo PSOL à Prefeitura de São Paulo, Luiza Erundina disse que as críticas de que a sua postulação divide a esquerda "não procedem" e que não se comove com a tentativa de aproximação do PT do prefeito Fernando Haddad na reta final da disputa; a ex-prefeita, que ocupa o quarto lugar nas pesquisas (5%), afirmou que não "brinca de eleição" e que a candidatura não foi uma "decisão pessoal"
Candidata pelo PSOL à Prefeitura de São Paulo, Luiza Erundina disse que as críticas de que a sua postulação divide a esquerda "não procedem" e que não se comove com a tentativa de aproximação do PT do prefeito Fernando Haddad na reta final da disputa; a ex-prefeita, que ocupa o quarto lugar nas pesquisas (5%), afirmou que não "brinca de eleição" e que a candidatura não foi uma "decisão pessoal" (Foto: Paulo Emílio)
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SP 247 - A candidata pelo PSOL à Prefeitura de São Paulo, Luísa Erundina, disse que as críticas de que a sua candidatura divide a esquerda "não procedem".

Erundina, que ocupa o quarto lugar nas pesquisas de intenção de voto (5%), disse que não "brinca de eleição" e afirmou que a sinalização feita pelo PT do prefeito Fernando Haddad em apoio à sua candidatura na reta final da disputa não a comove.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, a ex-prefeita (1989-1992) afirmou que, caso seja eleita, deverá assumir pessoalmente a relação com a Câmara para evitar problemas provocados pela falta de apoio político como os enfrentados por ela quando administrou a cidade.

Erundina também disse sua candidatura não foi uma "decisão pessoal" e que a sua postulação não divide a esquerda. "Não foi uma decisão pessoal. Isso interessava ao PSOL e foi até por pressão dos movimentos populares para que eu saísse candidata", declarou.

"E são dois projetos, dois partidos. Essa crítica não procede. Primeiro, eu quero saber qual é o projeto de esquerda que está em disputa? Eu não vejo. Segundo, em nenhum momento, fomos consultados se teríamos candidato, ou fizeram uma sinalização. Por que estão fazendo agora às vésperas da eleição? Não faz sentido. Não me comove. Vamos até o final", acrescentou.

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