Esquema criminoso na ALE: PF indicia deputada alagoana

A deputada estadual Thaise Guedes (PMDB) foi indiciada, pela Polícia Federal (PF), por suspeita de participação em um esquema criminoso que desviou recursos da Assembleia Legislativa de Alagoas entre os anos de 2010 e 2013; servidores vinculados ao gabinete da deputada receberam indevidamente valores que somam R$ 220 mil; ela vai responder 25 vezes pelo crime de peculato, que corresponde aos salários recebidos indevidamente pelos servidores; o crime é caracterizado pela apropriação por parte de funcionário público de bem ou vantagem em função do cargo que ocupa; a pena prevista é de 2 a 12 anos

A deputada estadual Thaise Guedes (PMDB) foi indiciada, pela Polícia Federal (PF), por suspeita de participação em um esquema criminoso que desviou recursos da Assembleia Legislativa de Alagoas entre os anos de 2010 e 2013; servidores vinculados ao gabinete da deputada receberam indevidamente valores que somam R$ 220 mil; ela vai responder 25 vezes pelo crime de peculato, que corresponde aos salários recebidos indevidamente pelos servidores; o crime é caracterizado pela apropriação por parte de funcionário público de bem ou vantagem em função do cargo que ocupa; a pena prevista é de 2 a 12 anos
A deputada estadual Thaise Guedes (PMDB) foi indiciada, pela Polícia Federal (PF), por suspeita de participação em um esquema criminoso que desviou recursos da Assembleia Legislativa de Alagoas entre os anos de 2010 e 2013; servidores vinculados ao gabinete da deputada receberam indevidamente valores que somam R$ 220 mil; ela vai responder 25 vezes pelo crime de peculato, que corresponde aos salários recebidos indevidamente pelos servidores; o crime é caracterizado pela apropriação por parte de funcionário público de bem ou vantagem em função do cargo que ocupa; a pena prevista é de 2 a 12 anos (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - A deputada estadual Thaise Guedes (PMDB) foi indiciada, pela Polícia Federal (PF), por suspeita de participação em um esquema criminoso que desviou recursos da Assembleia Legislativa de Alagoas entre os anos de 2010 e 2013. Além dela, outros parlamentares são investigados por desvios que podem ter provocado um prejuízo de até R$ 15 milhões aos cofres públicos.

De acordo com a PF, servidores vinculados ao gabinete da deputada receberam indevidamente valores que somam R$ 220 mil. Uma das servidoras, que é beneficiária do programa Bolsa Família, recebeu indevidamente 13 salários, que totalizaram R$ 140 mil. Outros dois servidores receberam R$ 80 mil a mais do que os valores devidos pelo Legislativo.

Segundo o delegado Bernardo Gonçalves, superintendente da Polícia Federal em Alagoas, Thaise Guedes vai responder 25 vezes pelo crime de peculato, que corresponde aos salários recebidos indevidamente pelos servidores. O crime é caracterizado pela apropriação por parte de funcionário público de bem ou vantagem em função do cargo que ocupa. A pena prevista é de 2 a 12 anos.

"Após o indiciamento, nós encaminharemos o inquérito para o Ministério Público e caberá ao Procurador Geral de Justiça oferecer a denúncia. Paralelo a isso, a Polícia Federal segue inquirindo outros investigados. A investigação não para com esse indiciamento", explicou o superintendente da PF em Alagoas.

Durante a investigação, a servidora que recebeu indevidamente R$ 140 mil informou à PF que não teve acesso ao dinheiro atribuído a ela e que, antes do período indicado, entregou documentos para a deputada com o objetivo de que ela distribuísse currículos no comércio.

AGRESSÃO

Enquanto fazia a cobertura do depoimento da deputada, uma equipe da TV Gazeta foi agredida por seguranças da deputada Thaise Guedes. Os seguranças tentaram impedir que os repórteres fizessem imagens da parlamentar deixando o prédio da PF.

Com gazetaweb.com

 

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