Esquema no Mutirama e Zoológico pode ter desviado R$ 50 milhões

Ministério Público de Goiás (PM-GO) realizou hoje uma série de ações,, em Goiânia e Senador Canedo para apurar o desvio de recursos do parque Mutirama e o Zoológico de Goiânia; uma quadrilha agia nos recursos arrecadados com a venda de ingressos; MP-GO trabalha com a hipótese de que cerca de R$ 60 mil eram desviados todas as semanas dos cofres dos dois pontos de diversão da Capital; rombo nos cofres públicos pode chegar a R$ 50 milhões; quatro pessoas foram presas

Ministério Público de Goiás (PM-GO) realizou hoje uma série de ações,, em Goiânia e Senador Canedo para apurar o desvio de recursos do parque Mutirama e o Zoológico de Goiânia; uma quadrilha agia nos recursos arrecadados com a venda de ingressos; MP-GO trabalha com a hipótese de que cerca de R$ 60 mil eram desviados todas as semanas dos cofres dos dois pontos de diversão da Capital; rombo nos cofres públicos pode chegar a R$ 50 milhões; quatro pessoas foram presas
Ministério Público de Goiás (PM-GO) realizou hoje uma série de ações,, em Goiânia e Senador Canedo para apurar o desvio de recursos do parque Mutirama e o Zoológico de Goiânia; uma quadrilha agia nos recursos arrecadados com a venda de ingressos; MP-GO trabalha com a hipótese de que cerca de R$ 60 mil eram desviados todas as semanas dos cofres dos dois pontos de diversão da Capital; rombo nos cofres públicos pode chegar a R$ 50 milhões; quatro pessoas foram presas (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O Ministério Público de Goiás (PM-GO) realizou hoje uma série de ações na manhã desta terça-feira, 23, em Goiânia e Senador Canedo para apurar o desvio de recursos do parque Mutirama e o Zoológico de Goiânia.

Uma quadrilha agiria nos recursos arrecadados com a venda de ingressos. O MP-GO trabalha com a hipótese de que cerca de R$ 60 mil eram desviados todas as semanas dos cofres dos dois pontos de diversão da Capital.

Conforme as suspeitas do MP-GO, a quadrilha teria começado a agir no início da década passada e os danos chegariam a R$ 2.880 milhões ao ano, ou seja, cerca de quase R$ 50 milhões durante o período.

O MP-GO já cumpriu quatro mandados de prisão temporária, mas ainda não informou o nome dos suspeitos. Eles atuariam dentro da estrutura da Agência Municipal de Turismo e Lazer de Goiânia (Agetul).

Os promotores cumpriram ainda cinco mandados de condução coercitiva e 12 de busca e apreensão.

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