Estado busca pediatras na rede particular

"Esta tentativa de contratação das cirurgias em hospital particular é mais uma para regularizar o serviço. Em momento algum, deixamos de adotar medidas para garantir a escala. Atendemos reivindicações da categoria, de chamamento público nacional à realização de concurso público a ser deflagrado em março. Apesar das medidas, a carência nessa especialidade é nacional. Em Sergipe, são 10 em todo o Estado, quando a necessidade é de 21 só para cobertura da rede pública", afirma o diretor da Fundação Hospitalar de Saúde, Wagner Andrade  

"Esta tentativa de contratação das cirurgias em hospital particular é mais uma para regularizar o serviço. Em momento algum, deixamos de adotar medidas para garantir a escala. Atendemos reivindicações da categoria, de chamamento público nacional à realização de concurso público a ser deflagrado em março. Apesar das medidas, a carência nessa especialidade é nacional. Em Sergipe, são 10 em todo o Estado, quando a necessidade é de 21 só para cobertura da rede pública", afirma o diretor da Fundação Hospitalar de Saúde, Wagner Andrade
 
"Esta tentativa de contratação das cirurgias em hospital particular é mais uma para regularizar o serviço. Em momento algum, deixamos de adotar medidas para garantir a escala. Atendemos reivindicações da categoria, de chamamento público nacional à realização de concurso público a ser deflagrado em março. Apesar das medidas, a carência nessa especialidade é nacional. Em Sergipe, são 10 em todo o Estado, quando a necessidade é de 21 só para cobertura da rede pública", afirma o diretor da Fundação Hospitalar de Saúde, Wagner Andrade   (Foto: Valter Lima)
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ASN - Na tarde desta quinta-feira, 13 de março, a secretária de Estado da Saúde, Joélia Silva Santos, e o diretor operacional da Fundação Hospitalar de Saúde, Wagner Andrade, voltaram a discutir a contratação de cirurgias pediátricas. Desta vez, com o diretor comercial do Hospital São Lucas, Maurício Todt. O diretor de Atenção Integral à Saúde, João Júnior, e o diretor de Gestão de Sistemas, Hélio Farias, participaram da reunião.

"Esta tentativa de contratação das cirurgias em hospital particular é mais uma para regularizar o serviço. Em momento algum, deixamos de adotar medidas no sentido de garantir a escala nesta especialidade. Atendemos reivindicações da categoria, de chamamento público nacional à realização de concurso público a ser deflagrado em março. Apesar das medidas, a carência nessa especialidade é nacional. Em Sergipe, são 10 em todo o Estado, quando a necessidade é de 21 só para cobertura da rede pública", esclareceu o diretor operacional da Fundação Hospitalar de Saúde, Wagner Andrade.

Para agilizar a regularização da assistência nesta área, a SES e a FHS já se reuniram no dia 28 de fevereiro com os representantes do Hospital Santa Isabel, que é um Hospital filantrópico no sentido de contratar o serviço.

"Estamos tentando todas as vias até conseguirmos fechar uma escala que viabilize a realização dessas cirurgias no próprio Huse, já que garantimos, assim como foi solicitado pelos profissionais, uma sala no Centro Cirúrgico, para realização, preferencialmente, de cirurgias pediátricas, além de outras demandas. Estamos discutindo aqui a contratação de um pacote de cirurgias por mês, dentro da média realizada no Huse", explicou Wagner Andrade, diretor operacional da FHS.

O diretor operacional voltou a destacar a dificuldade em cumprir o que se pede no quantitativo que se deseja, diante da carência nessa especialidade. "Para se ter ideia, em Alagoas, um grupo de 6 cirurgiões pediátricos se reveza e atende 5 unidades hospitalares, da rede pública e da particular, sozinhos. Estamos fazendo tudo o que podemos para resolver o problema e garantir a assistência", completou.

O diretor comercial do Hospital São Lucas, Maurício Todt, disse que vai avaliar a viabilidade dessa oferta de serviço. "Nós vamos conversar com os profissionais que temos nessa especialidade para avaliar de que forma poderemos absorver essas cirurgias. Vamos avaliar, também, a nossa capacidade para esse serviço. Com essa avaliação, estaremos formatando uma proposta e voltando a discutir o assunto", disse Maurício Todt.

"Independente de decisão judicial, estamos exaustivamente tentando contratar esses profissionais, seja diretamente ou até mesmo terceirizando o serviço. O que mais queremos é ver essa situação resolvida o mais rápido possível. Temos um compromisso com a assistência e vamos buscar a solução, enquanto a Fundação Hospitalar de Saúde não contrata uma nova equipe em definitivo. Estamos aqui intermediando essa tratativa, inclusive com avaliação jurídica sobre o processo efetivo da contratualização", esclarece a secretária de Estado da Saúde, Joelia Silva Santos.

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