Estudante relata agressão por grupo skinhead em Fortaleza

Um universitário relatou, em postagem nas redes sociais, que foi atacado por um grupo de seis homens de cabeça raspada na noite desta quinta-feira (18), na região da Av. 13 de maio, na Gentilândia. Ele afirma que teve a orelha rasgada e que ouviu dos agressores expressões de cunho racista e homofóbico. Até o momento, ninguém foi preso

Um universitário relatou, em postagem nas redes sociais, que foi atacado por um grupo de seis homens de cabeça raspada na noite desta quinta-feira (18), na região da Av. 13 de maio, na Gentilândia. Ele afirma que teve a orelha rasgada e que ouviu dos agressores expressões de cunho racista e homofóbico. Até o momento, ninguém foi preso
Um universitário relatou, em postagem nas redes sociais, que foi atacado por um grupo de seis homens de cabeça raspada na noite desta quinta-feira (18), na região da Av. 13 de maio, na Gentilândia. Ele afirma que teve a orelha rasgada e que ouviu dos agressores expressões de cunho racista e homofóbico. Até o momento, ninguém foi preso (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - Um universitário relatou em suas redes sociais, que foi atacado por um grupo de seis homens de cabeça raspada na noite desta quinta-feira (18), na região da Av. 13 de maio, na Gentilândia, uma das mais movimentadas de Fortaleza. Na publicação, feita às 23h37min, ele afirma que teve a orelha rasgada e que ouviu dos agressores expressões de cunho racista e homofóbico.

“Me cercaram e começaram a me socar. Eu só tive a reação de proteger a minha cabeça e gritar por socorro. Levei um soco que rasgou de leve minha orelha e mais alguns que me fizeram cair”, disse. "Quando vi uma brecha, atravessei a avenida. Quase fui atropelado, perdi meu chinelo e meu boné".

"Enquanto eles me batiam, só ouvia algo relacionado a eu ser um viadinho e um preto imundo", descreveu o estudante. Ainda no relato, ele diz ter encontrado policiais e ter feito a denúncia. Os PMs teriam apenas o orientado a procurar uma delegacia. "Nunca achei que iria passar por isso", desabafou. "A dor do que eu ouvi enquanto apanhava continua aqui".

Nas redes sociais, postagens de várias pessoas identificam o grupo com as mesmas caracteristicas que a vítima descreveu dos agressores. “Um grupo chamado ‘Carecas do Brasil’ está atacando pessoas no Benfica. Gente, tomem cuidado! Ele andam com camisas pretas, soco inglês e o alvo são LGBTTQ e pessoas negras”, alertou um usuário do Facebook. Até o momento, ninguém foi preso

(Com informações do jornal O Povo)

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