‘Eu estava chorando’, diz ACM sobre queda na receita

O prefeito ACM Neto (DEM) vem contradizendo seu discurso da campanha de 2012 de que era possível "governar Salvador com as próprias pernas", e, em entrevista coletiva nesta segunda-feira, ele desconstruiu de vez sua tese: "Eu estava chorando", disse o democrata sobre a situação financeira da capital; "Estou falando daquelas receitas que não dependem da prefeitura, que são as transferências, que estão despencando, o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), a cota de parte do ICMS e outras mais", disse ACM

O prefeito ACM Neto (DEM) vem contradizendo seu discurso da campanha de 2012 de que era possível "governar Salvador com as próprias pernas", e, em entrevista coletiva nesta segunda-feira, ele desconstruiu de vez sua tese: "Eu estava chorando", disse o democrata sobre a situação financeira da capital; "Estou falando daquelas receitas que não dependem da prefeitura, que são as transferências, que estão despencando, o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), a cota de parte do ICMS e outras mais", disse ACM
O prefeito ACM Neto (DEM) vem contradizendo seu discurso da campanha de 2012 de que era possível "governar Salvador com as próprias pernas", e, em entrevista coletiva nesta segunda-feira, ele desconstruiu de vez sua tese: "Eu estava chorando", disse o democrata sobre a situação financeira da capital; "Estou falando daquelas receitas que não dependem da prefeitura, que são as transferências, que estão despencando, o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), a cota de parte do ICMS e outras mais", disse ACM (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - O prefeito ACM Neto (DEM) vem contradizendo seu discurso da campanha eleitoral de 2012 de que era possível "governar Salvador com as próprias pernas", sem depender dos governos federal e do Estado, e, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (11), ele desconstruiu de vez sua tese: "Eu estava chorando", disse o democrata sobre a situação financeira da terceira maior capital do País.

Além da queda de arrecadação da prefeitura, a redução de transferências da União e do Estado impactaram diretamente na baixa de receitas em março.

"Estou falando daquelas receitas que não dependem da prefeitura, que são as transferências, que estão despencando, o FPM (Fundo de Participação dos Municípios), a cota de parte do ICMS e outras mais", disse ACM Neto.

Depois das lamentações, o democrata se gabou: "Governar num tempo de bonança, num momento em que a receita cresce por osmose é fácil. O desafio é governar num tempo de escassez".

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