Eunício e Paulo Henrique Lustosa integram a lista de Fachin

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), e o deputado federal Paulo Henrique Lustosa (PP) são os dois cearenses que integram a lista do ministro Edson Fachin divulgada na tarde desta terça-feira (11). Acusado de receber propina de R$ 2 milhões do Grupo Odebrecth, o senador disse, em nota, que "a justiça brasileira tem maturidade e firmeza para apurar e distinguir mentiras e versões alternativas da verdade". O deputado, por sua vez, alega que os R$ 100 mil recebidos da empresa durante a campanha eleitoral de 2010 são oriundos de uma doação "legal"    

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), e o deputado federal Paulo Henrique Lustosa (PP) são os dois cearenses que integram a lista do ministro Edson Fachin divulgada na tarde desta terça-feira (11). Acusado de receber propina de R$ 2 milhões do Grupo Odebrecth, o senador disse, em nota, que "a justiça brasileira tem maturidade e firmeza para apurar e distinguir mentiras e versões alternativas da verdade". O deputado, por sua vez, alega que os R$ 100 mil recebidos da empresa durante a campanha eleitoral de 2010 são oriundos de uma doação "legal"
 
 
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), e o deputado federal Paulo Henrique Lustosa (PP) são os dois cearenses que integram a lista do ministro Edson Fachin divulgada na tarde desta terça-feira (11). Acusado de receber propina de R$ 2 milhões do Grupo Odebrecth, o senador disse, em nota, que "a justiça brasileira tem maturidade e firmeza para apurar e distinguir mentiras e versões alternativas da verdade". O deputado, por sua vez, alega que os R$ 100 mil recebidos da empresa durante a campanha eleitoral de 2010 são oriundos de uma doação "legal"     (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), e o deputado federal Paulo Henrique Lustosa (PP) são os dois cearenses que integram a lista do ministro Edson Fachin divulgada na tarde desta terça-feira (11). O senador é acusado de receber R$ 2 milhões de propina do Grupo Odebrecht. Os valores serviriam como propina para aprovar legislação favorável aos interesses da companhia. Em nota divulgada à imprensa, Eunício afirmou que "a justiça brasileira tem maturidade e firmeza para apurar e distinguir mentiras e versões alternativas da verdade".

O deputado Paulo Henrique Lustosa (PP-CE) teria solicitado e recebido R$ 100 mil do Grupo Odebrecht durante campanha eleitoral de 2010 (na época filiado ao PMDB), quando disputou vaga para a Câmara dos Deputados.

Citado nas delações de Cláudio Melo Filho e José de Carvalho Filho, Lustosa era identificado pela empresa pelo apelido “Educador”. Ao jornal O Povo, o deputado disse que já esperava que seu nome constasse na lista e confirma que recebeu doação no valor de R$ 100 mil, mas alega que se trata de uma doação oficial. 

"O próprio Cláudio Melo diz que a doação que ele fez foi por conta da minha relação com ele.Nos conhecemos desde a época da universidade. Foi uma doação legal e não teve nenhuma irregularidade. Foi na forma da legislação. Agora é esperar ser interpelado pela justiça e apresentar minha defesa", finalizou

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