Ex-governador Nilo Coelho nega irregularidades

Com cerca de R$ 5 milhões em bens bloqueados pelo Ministério Público Federal, o ex-governador da Bahia e ex-prefeito de Guanambi Nilo Coelho (PSDB) se defende e nega as irregularidades apontadas pelo órgão; ele diz que durante sua gestão como prefeito cumpriu com todos os trâmites legais "com o objetivo de zelar pelo dinheiro público", e não utilizou "nem um litro de gasolina pago pela prefeitura"; "Não fiz isso, e nem usei carro oficial durante gestão na prefeitura de Guanambi"; Nilo Coelho é acusado ainda de favorecer a empresa Cardoso Fernandes Santana Construções Ltda., para que ele ganhasse a licitação realizada na construção de 100 casas populares no município do qual foi prefeito; ele nega também

Com cerca de R$ 5 milhões em bens bloqueados pelo Ministério Público Federal, o ex-governador da Bahia e ex-prefeito de Guanambi Nilo Coelho (PSDB) se defende e nega as irregularidades apontadas pelo órgão; ele diz que durante sua gestão como prefeito cumpriu com todos os trâmites legais "com o objetivo de zelar pelo dinheiro público", e não utilizou "nem um litro de gasolina pago pela prefeitura"; "Não fiz isso, e nem usei carro oficial durante gestão na prefeitura de Guanambi"; Nilo Coelho é acusado ainda de favorecer a empresa Cardoso Fernandes Santana Construções Ltda., para que ele ganhasse a licitação realizada na construção de 100 casas populares no município do qual foi prefeito; ele nega também
Com cerca de R$ 5 milhões em bens bloqueados pelo Ministério Público Federal, o ex-governador da Bahia e ex-prefeito de Guanambi Nilo Coelho (PSDB) se defende e nega as irregularidades apontadas pelo órgão; ele diz que durante sua gestão como prefeito cumpriu com todos os trâmites legais "com o objetivo de zelar pelo dinheiro público", e não utilizou "nem um litro de gasolina pago pela prefeitura"; "Não fiz isso, e nem usei carro oficial durante gestão na prefeitura de Guanambi"; Nilo Coelho é acusado ainda de favorecer a empresa Cardoso Fernandes Santana Construções Ltda., para que ele ganhasse a licitação realizada na construção de 100 casas populares no município do qual foi prefeito; ele nega também (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - Com cerca de R$ 5 milhões em bens bloqueados pelo Ministério Público Federal, o ex-governador da Bahia e ex-prefeito de Guanambi Nilo Coelho (PSDB) se defende e nega as irregularidades apontadas pelo órgão. O tucano afirma que ainda não foi notificado pela Justiça Federal, mas confirma ter conhecimento da ação e diz que entrou com uma ação cautelar para impedi-la.

Nilo Coelho diz ainda que durante sua gestão como prefeito cumpriu com todos os trâmites legais "com o objetivo de zelar pelo dinheiro público", e não utilizou "nem um litro de gasolina pago pela prefeitura". "Não fiz isso, e nem usei carro oficial durante gestão na prefeitura de Guanambi".

Em relação às casas, o ex-governador disse ter conseguido um contrato com a permissão para a construção de cada unidade de 42 metros quadrados por R$ 15 mil. A Caixa Econômica teria fiscalizado a obra e não teria constatado nenhuma irregularidade. Porém, conforme o MPF, as fraudes ocorreram em 2009 para a locação de 29 caminhões.

Nilo Coelho é acusado ainda de favorecer a empresa Cardoso Fernandes Santana Construções Ltda., para que ele ganhasse a licitação realizada na construção de 100 casas populares no município do qual foi prefeito. As obras receberam recursos do Ministério das Cidades. Segundo o MPF, a empresa em questão não existia e não estava inscrita no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia, portanto, era de fachada. Além de não ter funcionários, a empresa havia sido criada apenas para prestar serviços à prefeitura.

Depois de pedido do Ministério Público Federal (MPF), cerca de R$ 5 milhões em bens do ex-governador da Bahia e ex-prefeito do município de Guanambi Nilo Coelho foram bloqueados pela Justiça Federal, conforme divulgado pelo MPF ontem. Além do político, uma empresa e 11 pessoas também tiveram os bens bloqueados, entre elas o secretário de Infraestrutura de Guanambi, Geovane Mercês Alves.

Conforme o MPF, o bloqueio foi para garantir que Nilo Coelho e os demais envolvidos cumpram com o ressarcimento aos cofres públicos e paguem as multas por atos de improbidade administrativa praticados durante a gestão de Nilo quando prefeito do município de Guanambi. O órgão informou ainda que as irregularidades envolveram licitações para aluguel de caminhões, reforma de um colégio e a construção de casas populares. São três ações ingressadas pelo MPF contra o grupo, referente a cada tipo de serviço.

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