Ex-ministro do PP nega recebimento de propina

Apontado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como um dos parlamentares que teriam recebido propina para viabilizar contratos em suposto em esquema de corrupção na Petrobras, o ex-ministro das Cidades Mário Negromonte, do PP, nega as acusações; "Nunca recebi nenhuma vantagem ou me beneficiei de qualquer esquema como aludido pela revista Veja. A citação do meu nome, certamente é porque fui líder por quatro vezes no meu ex-partido e ministro, o que talvez tenha ocorrido contrariando interesses"; Negromonte também já foi citado por possível ligação com o doleiro Alberto Youssef

Apontado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como um dos parlamentares que teriam recebido propina para viabilizar contratos em suposto em esquema de corrupção na Petrobras, o ex-ministro das Cidades Mário Negromonte, do PP, nega as acusações; "Nunca recebi nenhuma vantagem ou me beneficiei de qualquer esquema como aludido pela revista Veja. A citação do meu nome, certamente é porque fui líder por quatro vezes no meu ex-partido e ministro, o que talvez tenha ocorrido contrariando interesses"; Negromonte também já foi citado por possível ligação com o doleiro Alberto Youssef
Apontado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como um dos parlamentares que teriam recebido propina para viabilizar contratos em suposto em esquema de corrupção na Petrobras, o ex-ministro das Cidades Mário Negromonte, do PP, nega as acusações; "Nunca recebi nenhuma vantagem ou me beneficiei de qualquer esquema como aludido pela revista Veja. A citação do meu nome, certamente é porque fui líder por quatro vezes no meu ex-partido e ministro, o que talvez tenha ocorrido contrariando interesses"; Negromonte também já foi citado por possível ligação com o doleiro Alberto Youssef (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Apontado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como um dos parlamentares que teriam recebido propina para viabilizar contratos suposto em esquema de corrupção na Petrobras, o ex-ministro das Cidades Mário Negromonte, do PP, nega as acusações. 

Negromonte, que renunciou ao mandato de deputado federal para assumir uma cadeira no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM), diz que nunca cometeu "qualquer ilícito durante sua vida pública".

"Exerci seis mandatos e não respondo a processo algum. Nunca recebi nenhuma vantagem ou me beneficiei de qualquer esquema como aludido pela revista Veja. A citação do meu nome, certamente é porque fui líder por quatro vezes no meu ex-partido e ministro, o que talvez tenha ocorrido contrariando interesses. O ex-diretor optou pela delação premiada para reduzir sua pena de mais ou menos 50 anos, mas para que seja aceita pela Justiça, as suas declarações têm que ser comprovadas", disse o progressista em entrevista ao site Bocão News.

Ligação com Youssef

Mário Negromonte teve e ainda tem sua indicação para o TCM bastante contestada pela oposição baiana por ter sido citado também no caso do doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal em março último sob acusação de comandar um esquema de lavagem de dinheiro que teria desviado cerca de R$ 10 bilhões, inclusive com contratos feitos com a Petrobras. O então deputado também negou ligação com o doleiro.

Negromonte foi indicado para o TCM pelo governador Jaques Wagner (PT) no pacote de formação da chapa majoritária para sua sucessão. Em entrevista coletiva ontem nas comemorações do 7 de Setembro, o petista disse que o aliado "terá que explicar qualquer coisa que esteja envolvendo o nome dele".

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