Excesso de peso atinge mais da metade dos maceioenses

Segundo Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde, mais da metade da população de Maceió tem obesidade, o que representa 55,4% no ranking nacional; entre as capitais, Acre é a que tem a maior taxa de excesso de peso (60,6%) e Palmas a menor (47,7%).

Segundo Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde, mais da metade da população de Maceió tem obesidade, o que representa 55,4% no ranking nacional; entre as capitais, Acre é a que tem a maior taxa de excesso de peso (60,6%) e Palmas a menor (47,7%).
Segundo Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde, mais da metade da população de Maceió tem obesidade, o que representa 55,4% no ranking nacional; entre as capitais, Acre é a que tem a maior taxa de excesso de peso (60,6%) e Palmas a menor (47,7%). (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - Mais da metade da população de Maceió tem obesidade, o que representa 55,4% no ranking nacional, segundo dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) realizada pelo Ministério da Saúde. Entre as capitais, Acre é a que tem a maior taxa de excesso de peso (60,6%) e Palmas a menor (47,7%). O levantamento é inédito e foi divulgado nesta segunda-feira (17). 

Em 10 anos, a prevalência da obesidade passou de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016, atingindo quase um em cada cinco brasileiros. O resultado reflete respostas de entrevistas realizadas de fevereiro a dezembro de 2016 com 53.210 pessoas maiores de 18 anos das capitais brasileiras. 

Segundo a pesquisa, o crescimento da obesidade é um dos fatores que pode ter colaborado para o aumento da prevalência de diabetes e hipertensão, doenças crônicas não transmissíveis que piora a condição de vida do brasileiro e podem até matar. O diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5% em 2006 para 8,9% em 2016 e o de hipertensão de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016. Em ambos os casos, o diagnóstico é mais prevalente em mulheres.

"O Ministério da Saúde tem priorizado o combate à obesidade com uma série de políticas públicas, como Guia Alimentar para População Brasileira. A alimentação saudável aliada a prática de atividade física nos ajudará a reduzir a incidência de doenças como diabetes e hipertensão na população", declarou o ministro Ricardo Barros.

Entre as capitais do país, Maceió ocupa a 13ª posição, com 55,4% de excesso de peso. A cidade que lidera o ranking nacional é Rio Branco, com 60,6%, e a que detém a menor taxa é Palmas, com 47,7%. 

O Vigitel, realizado pelo Ministério da Saúde desde 2006, auxilia para conhecer a situação de saúde da população e é utilizado como base para planejar ações e programas que reduzam a ocorrência de doenças crônicas não transmissíveis, melhorando a saúde do brasileiro. 

DIABETES 

No que diz respeito a Diabetes, Maceió também ocupa a 13º posição no ranking, representando uma taxa de 8,1% no número de pessoas diabéticas do total da população. A capital do Rio de Janeiro tem a maior prevalência de diagnóstico médico, com 10,4%, e Boa Vista, a menor incidência, com uma taxa de 5,3%. 

HIPERTENSÃO 

A pesquisa também traz dados de diagnóstico médico de hipertensão. Rio de Janeiro também se encontra na primeira colocação do ranking, com 31,7%, e Palmas, com 16,9%, sendo a última na posição nacional. A capital alagoana, por sua vez, apresenta 25,6% na prevalência do diagnóstico, sendo a 12ª capital, empatada com João Pessoa, que apresenta a mesma taxa. 

QUEDA DA MORTALIDADE 

O conjunto de ações do Governo Federal, com expansão do acesso a serviços de saúde, diagnóstico precoce e tratamento, além das ações de promoção da saúde, já impacta na queda de óbitos precoce por Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde mostra uma redução anual de 2,6% da mortalidade prematura por doenças crônicas entre adultos (30 a 69 anos).

Com gazetaweb.com

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