Exército deixa MBL na mão no julgamento de Lula em Porto Alegre

O Exército Brasileiro deixou ‘na mão’ o prefeito Nelson Marchezan (PSDB), membro do Movimento Brasil Livre (MBL), ao negar patrulhamento nas ruas de Porto Alegre durante manifestações em defesa da democracia e por eleições diretas no próximo dia 24 de janeiro, aponta o jornalista Esmael Morais

30/09/2016 - PORTO ALEGRE, RS - Nelson Marchezan Jr, candidato à prefeitura, concede coletiva para explicar ação da polícia federal em empresa de limpeza contratada pela campanha. Foto: Guilherme Santos/Sul21
30/09/2016 - PORTO ALEGRE, RS - Nelson Marchezan Jr, candidato à prefeitura, concede coletiva para explicar ação da polícia federal em empresa de limpeza contratada pela campanha. Foto: Guilherme Santos/Sul21 (Foto: Leonardo Attuch)

Por Esmael Morais, em seu blog O Exército Brasileiro deixou ‘na mão’ o prefeito Nelson Marchezan (PSDB), membro do Movimento Brasil Livre (MBL), ao negar patrulhamento nas ruas de Porto Alegre durante manifestações em defesa da democracia e por eleições diretas no próximo dia 24 de janeiro.

O MBL tentou pegar uma carona nas forças armadas em sua odiosa campanha anti-Lula, mas o ministro da Defesa Raul Jungmann não viu motivos para fazer a segurança na capital gaúcha.

Em resposta ao prefeito do MBL, o ministro disse que não cabe ao Exército fazer o papel de polícia em virtude de manifestações no julgamento de Lula pelo TRF-4.

Portanto, sem a retaguarda das baionetas, dificilmente os bem nutridos meninos do MBL sairão às ruas para contestar os barbudinhos do PT.

O tribunal julgará politicamente o petista no caso do tríplex do Guarujá (SP), cuja propriedade do imóvel não é dele, tendo como objetivo a inabilitação de Lula na eleição presidencial deste ano.

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