Facebook cria subsidiária na China apesar de censura

O site do Facebook continua bloqueado na China, país que também bloqueia o acesso a sites de veículos de imprensa, redes sociais e mecanismos de busca estrangeiros, incluindo Twitter e Google. No ano passado, o aplicativo de mensagens WhatsApp, que pertence ao Facebook, também foi bloqueado.

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(Reuters) - O Facebook criou uma subsidiária na China com um capital registrado de 30 milhões de dólares, indicando que a companhia norte-americana pode estar ampliando a presença em um mercado onde sites de mídia sociais continuam censurados.

A subsidiária é registrada em Hangzhou, cidade que abriga a sede da gigante de comércio eletrônico Alibaba, segundo documentos oficiais vistos pela Reuters nesta terça-feira.

O site do Facebook continua bloqueado na China, país que também bloqueia o acesso a sites de veículos de imprensa, redes sociais e mecanismos de busca estrangeiros, incluindo Twitter e Google. No ano passado, o aplicativo de mensagens WhatsApp, que pertence ao Facebook, também foi bloqueado.

Apesar dos controles de censura terem sido reforçados durante o governo do presidente Xi Jinping, que foi formalmente escolhido como presidente em 2013, empresas de tecnologia dos Estados Unidos com conteúdo bloqueado estão cada vez mais buscando novas formas de entrarem no mercado sem atraírem a objeções de autoridades.

O Google tem várias centenas de funcionários contratados na China e recentemente lançou um laboratório próprio de inteligência artificial. A empresa também lançou uma série de aplicativos no mercado chinês nos últimos meses.

Segundo a documentação apresentada pelo Facebook, a subsidiária chinesa vai trabalhar com tecnologia de informação de rede e serviços relacionados, consultoria para investimentos e planejamento de marketing.

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