Ferrari diz que não contratou engenheiro acusado de roubo de dados da Mercedes

"Houve conversas, mas nada levou a um contrato formal. Ele nem sequer irá fazer parte da nossa equipe em um futuro previsível", disse o porta-voz da scuderia; "Não é verdade que ele estava prestes a entrar na equipe. O que ele fez diz respeito somente a ele e à empresa para a qual trabalhava", acrescentou

GP ABU DHABI F1/2015 - 28/11/15 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE)
GP ABU DHABI F1/2015 - 28/11/15 © FOTO STUDIO COLOMBO PER PIRELLI MEDIA (© COPYRIGHT FREE) (Foto: Luis Mauro Queiroz)
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Por Alan Baldwin

LONDRES (Reuters) - Um engenheiro da Mercedes que foi acusado pelos atuais campeões da Fórmula 1 de roubar dados não irá trabalhar para a Ferrari e nunca teve um contrato com ela, declarou a escuderia italiana nesta quarta-feira.

"Houve conversas, mas nada levou a um contrato formal. Ele nem sequer irá fazer parte da nossa equipe em um futuro previsível", disse seu porta-voz.

"Não é verdade que ele estava prestes a entrar na equipe. O que ele fez diz respeito somente a ele e à empresa para a qual trabalhava", acrescentou. "Não estamos envolvidos nisso".

A Mercedes, que reinou absoluta nas duas últimas temporadas da F1, confirmou na terça-feira que irá processar um engenheiro veterano que roubou informações técnicas confidenciais da escuderia.

Documentos legais indicam que Benjamin Hoyle pretendia ir para a Ferrari.

A Ferrari é a principal rival da Mercedes desde as grandes melhorias que obteve em seus motores e em seu desempenho na esteira de uma campanha medíocre em 2014 durante a qual não venceu sequer uma corrida.

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