Filha de Temer reconhece que impeachment não é bom para democracia

Luciana Temer, filha do vice Miche Temer que pode assumir a presidência em caso de afastamento de Dilma Rousseff, disse que o processo "não seria algo positivo à estabilidade democrática do país"; "O impeachment não é algo bom em lugar nenhum. Não se pode comemorar, já que 24 anos é um tempo muito curto de sustentação democrática para você ter dois impedimentos", disse ela a alunos do curso de direito da PUC, em São Paulo

Luciana Temer, filha do vice Miche Temer que pode assumir a presidência em caso de afastamento de Dilma Rousseff, disse que o processo "não seria algo positivo à estabilidade democrática do país"; "O impeachment não é algo bom em lugar nenhum. Não se pode comemorar, já que 24 anos é um tempo muito curto de sustentação democrática para você ter dois impedimentos", disse ela a alunos do curso de direito da PUC, em São Paulo
Luciana Temer, filha do vice Miche Temer que pode assumir a presidência em caso de afastamento de Dilma Rousseff, disse que o processo "não seria algo positivo à estabilidade democrática do país"; "O impeachment não é algo bom em lugar nenhum. Não se pode comemorar, já que 24 anos é um tempo muito curto de sustentação democrática para você ter dois impedimentos", disse ela a alunos do curso de direito da PUC, em São Paulo (Foto: Roberta Namour)
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247 – Filha do vice Michel Temer, que pode assumir a Presidência em caso de afastamento de Dilma Rousseff, Luciana Temer disse que o processo "não seria algo positivo à estabilidade democrática do país".

"O impeachment não é algo bom em lugar nenhum. Não se pode comemorar, já que 24 anos é um tempo muito curto de sustentação democrática para você ter dois impedimentos", disse ela a alunos do curso de direito da PUC, em São Paulo, segundo reportagem de Vinicius Pereira.

Ela também se mostrou contra a antecipação de novas eleições. "Uma nova eleição é golpe, pois não está prevista na Constituição", disse.

Luciana é secretária de Assistência e Desenvolvimento Social da gestão Fernando Haddad (PT), em São Paulo (leia aqui).

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