“Financiamento empresarial é fonte inesgotável de corrupção”, defende Guimarães

“Somos a favor para acabar com o financiamento empresarial, fonte inesgotável de corrupção”, declarou o deputado federal José Guimarães (PT-CE), ao apoiar o PL que cria um fundo público para financiamento das campanhas eleitorais, aprovado ontem na Câmara. O parlamentar ainda rechaçou a tese de que o fundo público vai tirar recursos de áreas fundamentais. “As emendas só servem para fazer superávit, porque a maioria delas não é executada”, argumentou

“Somos a favor para acabar com o financiamento empresarial, fonte inesgotável de corrupção”, declarou o deputado federal José Guimarães (PT-CE), ao apoiar o PL que cria um fundo público para financiamento das campanhas eleitorais, aprovado ontem na Câmara. O parlamentar ainda rechaçou a tese de que o fundo público vai tirar recursos de áreas fundamentais. “As emendas só servem para fazer superávit, porque a maioria delas não é executada”, argumentou
“Somos a favor para acabar com o financiamento empresarial, fonte inesgotável de corrupção”, declarou o deputado federal José Guimarães (PT-CE), ao apoiar o PL que cria um fundo público para financiamento das campanhas eleitorais, aprovado ontem na Câmara. O parlamentar ainda rechaçou a tese de que o fundo público vai tirar recursos de áreas fundamentais. “As emendas só servem para fazer superávit, porque a maioria delas não é executada”, argumentou (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - O líder da minoria, José Guimarães (PT-CE), defendeu o financiamento público das campanhas eleitorais aprovado na noite de ontem (4), na Câmara dos Deputados. O parlamentar declarou-se a favor da medida para “acabar com o financiamento empresarial, fonte inesgotável de corrupção”. Guimarães ainda rechaçou a tese de que o fundo público vai tirar recursos de áreas fundamentais. “As emendas só servem para fazer superávit, porque a maioria delas não é executada”, argumentou.

O projeto de Lei aprovado ontem prevê criação de um fundo público de R$ 1,7 bilhão composto por 30% das emendas parlamentares de bancada e pela compensação fiscal paga às emissoras de rádio e de TV pela veiculação da propaganda partidária eleitoral, que será extinta. Para entrar em vigor nas eleições de 2018, o projeto precisa ser sancionado até sexta-feira (6).

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