Fluminense empata na Arena Pernambuco e dá adeus à Libertadores

Com o resultado, o Tricolor chegou a 58 pontos, manteve-se em sétimo na classificação e necessita de uma série de combinações para, em 2015, estar no torneio sul-americano. Enquanto isso, o Leão do Recife, somando 48 pontos, permanece em décimo.

Com o resultado, o Tricolor chegou a 58 pontos, manteve-se em sétimo na classificação e necessita de uma série de combinações para, em 2015, estar no torneio sul-americano. Enquanto isso, o Leão do Recife, somando 48 pontos, permanece em décimo.
Com o resultado, o Tricolor chegou a 58 pontos, manteve-se em sétimo na classificação e necessita de uma série de combinações para, em 2015, estar no torneio sul-americano. Enquanto isso, o Leão do Recife, somando 48 pontos, permanece em décimo. (Foto: Luis Mauro Queiroz)

Por Maximilian Pimenta Cabral, do Futnet

O Fluminense necessitava da vitória para se manter como um forte candidato a uma das quatro vagas na Taça Libertadores através do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, porém, a equipe carioca, assim como na surpreendente derrota da última quinta (4 a 1 para a Chapecoense, no Maracanã), voltou a não jogar bem, mas, pelo menos dessa vez, na Arena Pernambuco, ficou no empate de 2 a 2 com o Sport, pela 35ª rodada da competição.

Com o resultado, o Tricolor chegou a 58 pontos, manteve-se em sétimo na classificação e necessita de uma série de combinações para, em 2015, estar no torneio sul-americano. Enquanto isso, o Leão do Recife, somando 48 pontos, permanece em décimo.

No próximo sábado, às 19h30 (de Brasília), o Sport vai ao Heriberto Hulse para encarar o já rebaixado Criciúma. No domingo, o Fluminense, no Maracanã, recebe, a partir das 17h (de Brasília), o Corinthians.

Jogando suas últimas fichas, o Fluminense entrou com disposição. Desde o princípio, os jogadores correram e tentavam marcar o Sport sob pressão. Com Wagner de volta de suspensão, a tal dinâmica pregada por Cristóvão Borges parecia estar de volta ao meio de campo tricolor. A vontade, no entanto, não se traduzia em qualidade e, aos poucos, os pernambucanos equilibraram as ações.

Para piorar a situação do Tricolor, aos 11 minutos, depois de lançamento de Durval e vacilo de Fabrício, Mike, com um toque, encobriu Cavalieri e abriu o placar para o Sport.

Na única jogada bem articulada, o Flu, aos 31, chegou ao empate com Fred recebendo no pivô e rolando para Jean bater cruzado. No caminho, Ewerton Páscoa desviou para dentro e o árbitro Anderson Daronco deu gol contra do zagueiro do Leão.

A alegria tricolor, porém, durou apenas sete minutos. Pelo lado esquerdo, Renê entrou livre, passou por Fabrício e rolou para Joelinton, de carrinho, recolocar o Sport em vantagem.

Na volta do intervalo, diante da necessidade da vitória, Cristóvão resolveu dar uma cara mais ofensiva à equipe, sacando Fabrício para a entrada de Kennedy. A mudança, no entanto, surtiu pouco efeito prático. Sem organização, o Fluminense só ameaçou com arremates de longa distância. Já o Sport chegava com muito mais perigo quando ia à frente. Joelinton, em duas ocasiões, chegou a acertar uma bomba na trave e obrigou Cavalieri a defender com o pé.

Quando parecia que a derrota era inevitável, Fred, nos acréscimos, acertou lindo chute de fora da área, deixou tudo igual e manteve o Fluminense respirando por aparelhos quanto às chances de se classificar para a Libertadores.

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