Fontana ameaça ir ao STF para AGU falar na sessão de domingo

Deputado Henrique Fontana (PT-RS) disse que deve recorrer ao STF para que o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, possa falar novamente no Plenário da Câmara após a fala do relator do processo de impeachment, deputado Jovair Arantes (PTB-GO); Fontana disse ainda que a oposição não aceita a derrota e que esse processo de impeachment é o "terceiro turno" das eleições; "[Depois de domingo] Espero que a oposição não invente mais nenhuma manobra porque o povo não aguenta mais e precisa que o governo legitimamente eleito possa governar"

Deputado Henrique Fontana (PT-RS) disse que deve recorrer ao STF para que o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, possa falar novamente no Plenário da Câmara após a fala do relator do processo de impeachment, deputado Jovair Arantes (PTB-GO); Fontana disse ainda que a oposição não aceita a derrota e que esse processo de impeachment é o "terceiro turno" das eleições; "[Depois de domingo] Espero que a oposição não invente mais nenhuma manobra porque o povo não aguenta mais e precisa que o governo legitimamente eleito possa governar"
Deputado Henrique Fontana (PT-RS) disse que deve recorrer ao STF para que o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, possa falar novamente no Plenário da Câmara após a fala do relator do processo de impeachment, deputado Jovair Arantes (PTB-GO); Fontana disse ainda que a oposição não aceita a derrota e que esse processo de impeachment é o "terceiro turno" das eleições; "[Depois de domingo] Espero que a oposição não invente mais nenhuma manobra porque o povo não aguenta mais e precisa que o governo legitimamente eleito possa governar" (Foto: Aquiles Lins)

Da Agência Câmara - O deputado Henrique Fontana (PT-RS) quer que o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, possa falar novamente no Plenário da Câmara após a fala do relator do processo de impeachment, deputado Jovair Arantes (PTB-GO). Jovair recomenda a abertura do processo de afastamento de Dilma e terá 25 minutos para defender sua posição na sessão de votação, neste domingo.

Na sexta-feira (15), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, negou requerimento nesse sentido. "O relator fala por último, ao fim do processo de discussão", disse Cunha ao negar o pedido, lembrando que o rito do processo contra Dilma está estritamente igual ao impeachment do ex-presidente Fernando Collor, em 1992.

Fontana disse que deve ter recorrer ao Supremo Tribunal Federal para garantir que o advogado-geral possa falar novamente. Cardozo falou ontem, logo após o jurista Miguel Reale Junior, autor da denúncia contra Dilma.

Terceiro turno
Henrique Fontana disse ainda que a oposição não aceita a derrota e que esse processo de impeachment é o "terceiro turno" das eleições. "[Depois de domingo] Espero que a oposição não invente mais nenhuma manobra porque o povo não aguenta mais e precisa que o governo legitimamente eleito possa governar."

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