Fontana: ‘atitudes da juíza Carolina Lebbos agravam o estado de exceção no Brasil’

O deputado Henrique Fontana (PT-RS) criticou a juíza Carolna Lebbos, que proibiu o médico do ex-presidente Lula de visitá-lo na prisão em Curitiba (PR); "As atitudes da juíza Carolina Lebbos agravam o estado de exceção que vive o Brasil. Sua atuação tem sido partidária e sem isenção. Ontem, ela PROIBIU que o médico de Lula o visitasse nas dependências da PF onde se encontra detido como preso político. É gravíssimo!", disse o parlamentar no Twitter

O deputado Henrique Fontana (PT-RS) criticou a juíza Carolna Lebbos, que proibiu o médico do ex-presidente Lula de visitá-lo na prisão em Curitiba (PR); "As atitudes da juíza Carolina Lebbos agravam o estado de exceção que vive o Brasil. Sua atuação tem sido partidária e sem isenção. Ontem, ela PROIBIU que o médico de Lula o visitasse nas dependências da PF onde se encontra detido como preso político. É gravíssimo!", disse o parlamentar no Twitter
O deputado Henrique Fontana (PT-RS) criticou a juíza Carolna Lebbos, que proibiu o médico do ex-presidente Lula de visitá-lo na prisão em Curitiba (PR); "As atitudes da juíza Carolina Lebbos agravam o estado de exceção que vive o Brasil. Sua atuação tem sido partidária e sem isenção. Ontem, ela PROIBIU que o médico de Lula o visitasse nas dependências da PF onde se encontra detido como preso político. É gravíssimo!", disse o parlamentar no Twitter (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - O deputado federal Henrique Fontana (PT-RS) criticou a juíza Carolna Lebbos, que proibiu o médico do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de visitá-lo na sede da Polícia Federal em Curitiba (PR).

"As atitudes da juíza Carolina Lebbos agravam o estado de exceção que vive o Brasil. Sua atuação tem sido partidária e sem isenção. Ontem, ela PROIBIU que o médico de Lula o visitasse nas dependências da PF onde se encontra detido como preso político. É gravíssimo!", escreveu o parlamentar em sua conta no Twitter.

Em um pedido enviado à juíza de Curitiba, a defesa de Lula reitera um pedido anterior, formulado no dia 20 de abril, "para que o Peticionário seja atendido periodicamente e sempre que necessário pelos médicos listados naquela peça, diante das razões ali expostas — devidamente acompanhadas de relatório médico". Mas a magistrada disse não haver "alegação de urgência".

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