“Fora Temer não é mais um grito, é uma ordem do povo”, diz deputada

Após as denúncias dos donos da JBS, que revelam gravações de Michel Temer autorizando a compra do silêncio de Eduardo Cunha, a deputada baiana Neusa Cadore (PT) avalia que é insustentável a permanência de Temer na presidência da República; "É mais uma prova do golpe articulado por Temer, Cunha, Aécio e aliados. É insustentável e inaceitável a permanecia de Temer na presidência. Fora Temer não é mais um grito, é uma ordem do povo para a saída desse presidente ilegítimo, traidor e comprovadamente corrupto. O Brasil quer eleições diretas já", defende Cadore

Cadore
Cadore (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Após as denúncias dos donos da JBS, que revelam gravações de Michel Temer autorizando a compra do silêncio de Eduardo Cunha, a deputada estadual baiana Neusa Cadore (PT) avalia que é insustentável a permanência de Temer na presidência da República.

"É mais uma prova do golpe articulado por Temer, Cunha, Aécio e aliados. É insustentável e inaceitável a permanecia de Temer na presidência. Fora Temer não é mais um grito, é uma ordem do povo para a saída desse presidente ilegítimo, traidor e comprovadamente corrupto. O Brasil quer eleições diretas já", defende Cadore.

Além de Temer, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), já afastado do mandato na madrugada desta quinta-feira, também foi gravado pedindo R$ 2 milhões a um dos donos da JBS, Joesley Batista. A propina foi entregue a um primo de Aécio e, segundo reportagem, a cena foi filmada pela Polícia Federal.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão do senador mineiro, mas Fachin determinou apenas o afastamento imediato de Aécio e decidiu submeter o pedido de prisão ao plenário.

A irmã do senador, Andréa Neves, foi presa nesta quinta em um condomínio de luxo em Belo Horizonte. Há mandados de busca e apreensão nas residências de Aécio em Brasília, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, além do gabinete do parlamentar no Congresso. São alvos ainda desta operação os gabinetes do senador Zezé Perrela (PSDB-MG) e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

O peemedebista foi indicado por Temer para intermediar uma negociação com a JBS, empresa dos delatores e irmãos Joesley e Wesley Batista.

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