Foragido da Lava Jato vai se entregar na segunda

Informação é da defesa de Adarico Negromonte Filho, único investigado na sétima fase da Operação Lava Jato que ainda está foragido; na petição, os advogados reiteraram pedido de revogação da prisão temporária, por entenderam que a concessão de liberdade a Negromonte não impedirá a conclusão das investigações; ele é irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte (foto)

Informação é da defesa de Adarico Negromonte Filho, único investigado na sétima fase da Operação Lava Jato que ainda está foragido; na petição, os advogados reiteraram pedido de revogação da prisão temporária, por entenderam que a concessão de liberdade a Negromonte não impedirá a conclusão das investigações; ele é irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte (foto)
Informação é da defesa de Adarico Negromonte Filho, único investigado na sétima fase da Operação Lava Jato que ainda está foragido; na petição, os advogados reiteraram pedido de revogação da prisão temporária, por entenderam que a concessão de liberdade a Negromonte não impedirá a conclusão das investigações; ele é irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte (foto) (Foto: Gisele Federicce)

André Richter - Enviado Especial da Agência Brasil/EBC

A defesa de Adarico Negromonte Filho, único investigado na sétima fase da Operação Lava Jato que ainda está foragido, informou hoje (21) à Justiça Federal que ele se entregará na próxima segunda-feira (24), na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. De acordo com as investigações, Negromonte prestava serviços ao doleiro Alberto Youssef.

Na petição, os advogados reiteraram pedido de revogação da prisão temporária, por entenderam que a concessão de liberdade a Negromonte não impedirá a conclusão das investigações.

"Ratifica-se que a liberdade do requerente, que é primário, tem quase 70 anos de idade, bons antecedentes, residência fixa e ocupação lícita, em nada poderá influenciar sobre a colheita de provas que ainda resta ser feita, razão pela qual reitera-se que o enclausuramento, a princípio determinado por Vossa Excelência, não se mostra imprescindível para o prosseguimento das investigações criminais", argumentou a defesa.

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