Funaro diz que teve casa invadida e pede apuração ao Supremo

O operador financeiro Lúcio Funaro informou ao Supremo Tribunal Federal que a casa dele em São Paulo foi invadida no último dia 10 de setembro; no documento encaminhado ao STF, Funaro pediu que seja apurado se o caso tem relação com o fato de ele ter fechado acordo de delação premiada; segundo Funaro, a casa dele é vizinha à de Joesley Batista, um dos donos grupo J&F, que controla a JBS

O operador financeiro Lúcio Funaro informou ao Supremo Tribunal Federal que a casa dele em São Paulo foi invadida no último dia 10 de setembro; no documento encaminhado ao STF, Funaro pediu que seja apurado se o caso tem relação com o fato de ele ter fechado acordo de delação premiada; segundo Funaro, a casa dele é vizinha à de Joesley Batista, um dos donos grupo J&F, que controla a JBS
O operador financeiro Lúcio Funaro informou ao Supremo Tribunal Federal que a casa dele em São Paulo foi invadida no último dia 10 de setembro; no documento encaminhado ao STF, Funaro pediu que seja apurado se o caso tem relação com o fato de ele ter fechado acordo de delação premiada; segundo Funaro, a casa dele é vizinha à de Joesley Batista, um dos donos grupo J&F, que controla a JBS (Foto: Aquiles Lins)
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SP 247 - O operador financeiro Lúcio Funaro informou ao Supremo Tribunal Federal que a casa dele em São Paulo foi invadida no último dia 10 de setembro. No documento encaminhado ao STF, Funaro pediu que seja apurado se o caso tem relação com o fato de ele ter fechado acordo de delação premiada.

"Ainda que tais fatos não estejam, em princípio, diretamente relacionados ao acordo de colaboraçãou, ou seja, mesmo ante à inicial ausência de elementos comprobatórios para afirmar que a situação consistiu em intimidação, a defesa [...] requer o encaminhamento da presente petição, do documento que a instrui e do vídeo do sistema interno de vigilância da residência à Polícia Federal", diz trecho do pedido.

"Protesta-se, desta forma, pela tomada das providências pertinentes e pela garantia dos direitos e da segurança do colaborador [Funaro] e de sua família, caso seja constatado que tal incidente teve relação com seu acordo", conclui.

No documento enviado ao STF, Funaro informa que a mulher dele e a filha moram na casa e que a invasão ocorreu no último dia 10. Segundo Funaro, a casa dele é vizinha à de Joesley Batista, um dos donos grupo J&F, que controla a JBS.

A delação de Funaro foi firmada com a Procuradoria Geral da República em 22 de agosto e homologada pelo STF em 5 de setembro. Funaro é apontado como operador de propinas do PMDB e está preso em Brasília. O acordo foi remetido para o Supremo porque Funaro citou nos depoimentos pessoas com foro privilegiado.

As informações são do portal G1

 

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