FUP: “atacar a ENFF é atacar a esquerda brasileira”

Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a invasão da Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), do MST, nesta sexta-feira, 4, pela Polícia Civil dentro da operação Castra, "comprova que estamos de fato em um Estado de Exceção, instaurado após o golpe parlamentar que cassou arbitrariamente o mandato da presidente eleita, Dilma Rousseff"; para a FUP, a ENFF é um dos principais espaços de formação política na América Latina,por isso foi alvo da ação "autoritária e violenta" da Polícia de São Paulo; "O ataque à escola é, portanto, um ataque à educação, à cidadania, aos direitos civis, à liberdade política. Atacar a ENFF é atacar a esquerda brasileira. Não nos calarão!"; leia na íntegra a nota

Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a invasão da Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), do MST, nesta sexta-feira, 4, pela Polícia Civil dentro da operação Castra, "comprova que estamos de fato em um Estado de Exceção, instaurado após o golpe parlamentar que cassou arbitrariamente o mandato da presidente eleita, Dilma Rousseff"; para a FUP, a ENFF é um dos principais espaços de formação política na América Latina,por isso foi alvo da ação "autoritária e violenta" da Polícia de São Paulo; "O ataque à escola é, portanto, um ataque à educação, à cidadania, aos direitos civis, à liberdade política. Atacar a ENFF é atacar a esquerda brasileira. Não nos calarão!"; leia na íntegra a nota
Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a invasão da Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), do MST, nesta sexta-feira, 4, pela Polícia Civil dentro da operação Castra, "comprova que estamos de fato em um Estado de Exceção, instaurado após o golpe parlamentar que cassou arbitrariamente o mandato da presidente eleita, Dilma Rousseff"; para a FUP, a ENFF é um dos principais espaços de formação política na América Latina,por isso foi alvo da ação "autoritária e violenta" da Polícia de São Paulo; "O ataque à escola é, portanto, um ataque à educação, à cidadania, aos direitos civis, à liberdade política. Atacar a ENFF é atacar a esquerda brasileira. Não nos calarão!"; leia na íntegra a nota (Foto: Aquiles Lins)

247 - A operação Castra, da Polícia Civil na Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), nesta sexta-feira, 4, foi duramente criticada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP).

A FUP destaca que a operação, também realizada nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul, foi realizada pela polícia sem mandatos de busca e apreensão, e que os policiais chegaram atirando, sem que houvesse intenção de reação. "Esse acontecimento gravíssimo comprova que estamos de fato em um Estado de Exceção, instaurado após o golpe parlamentar que cassou arbitrariamente o mandato da presidente eleita, Dilma Rousseff. O ataque à democracia recrudesce a cada instante, mostrando a face autoritária do governo ilegítimo que se apossou do país", diz FUP em nota. 

Para a FUP, a ENFF é um dos principais espaços de formação política na América Latina, referência internacional em educação popular, por isso foi alvo da ação autoritária e violenta da Polícia de São Paulo.

"O ataque à escola é, portanto, um ataque à educação, à cidadania, aos direitos civis, à liberdade política. Atacar a ENFF é atacar a esquerda brasileira. Não nos calarão! Seguiremos em frente, resistindo ao golpe e defendendo os direitos do nosso povo. Toda solidariedade às companheiras e companheiros da Escola Nacional Florestan Fernandes".

Leia mais sobre a Operação Castra.

Leia na íntegra a nota:

"ATAQUE À ENFF É ATAQUE AOS DIREITOS CIVIS

A Federação Única dos Petroleiros e seus sindicatos filiados repudiam veementemente a ação criminosa e autoritária da Polícia Civil de São Paulo, que, sem qualquer autorização judicial, invadiu na manhã desta sexta-feira, 04/11, a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), em Guararema.

Vídeos e fotos revelam que os policiais pularam a janela da recepção e entraram atirando para o alto, causando pânico entre alunos, funcionários e voluntários da instituição.

Dez viaturas da Polícia comandaram a invasão, sem mandado algum de busca e apreensão. Crianças, jovens e idosos estavam no local e foram alvejados pelos policiais. Há estilhaços de tiros em vários pontos da escola.

Esse acontecimento gravíssimo comprova que estamos de fato em um Estado de Exceção, instaurado após o golpe parlamentar que cassou arbitrariamente o mandato da presidente eleita, Dilma Rousseff. O ataque à democracia recrudesce a cada instante, mostrando a face autoritária do governo ilegítimo que se apossou do país.

Estudantes, trabalhadores organizados e movimentos sociais são alvo de perseguições, que visam não só criminalizar os que lutam por direitos, democracia e justiça social, como, principalmente, reprimir todo e qualquer pensamento de esquerda no Brasil. O MST, a UNE, a CUT, a CTB e partidos políticos que se contrapõem ao golpe têm sido vítimas do estado policialesco que avança em nosso país.

A ENFF é um dos principais espaços de formação política na América Latina, referência internacional em educação popular, por isso foi alvo da ação autoritária e violenta da Polícia de São Paulo. Em julho de 2015, os petroleiros tiveram a oportunidade de conhecer de perto a escola, ao realizarem no local a 5ª Plenária Nacional da FUP, uma experiência que foi extremamente enriquecedora.

O ataque à escola é, portanto, um ataque à educação, à cidadania, aos direitos civis, à liberdade política. Atacar a ENFF é atacar a esquerda brasileira.

Não nos calarão! Seguiremos em frente, resistindo ao golpe e defendendo os direitos do nosso povo. Toda solidariedade às companheiras e companheiros da Escola Nacional Florestan Fernandes!

Rio de Janeiro, 04 de novembro de 2016

Federação Única dos Petroleiros"

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