Gama: "governo fará plano de carreira no prazo"

Novo secretário estadual do Planejamento, Orçamento e Gestão, João Augusto Gama, garantiu que o governo enviará à Assembleia Legislativa o plano de carreira dos servidores até o prazo determinado pela lei; isto significa dizer que proposta será encaminhada aos deputados até os primeiros dias de abril; "Não podemos continuar num Estado onde não há carreira para os servidores públicos. O que encontramos hoje são armengues, gambiarras e carreiras que vão se super-posicionando. Há carreiras que por terem mais tem penetração na sociedade e força política conseguem fazer a sua gambiarra. É uma situação anormal e absolutamente irregular", disse; enquanto isso, deputado Samuel Barreto propõe trancar pauta da Assembleia até que reajuste de 11% dos servidores seja votado

Novo secretário estadual do Planejamento, Orçamento e Gestão, João Augusto Gama, garantiu que o governo enviará à Assembleia Legislativa o plano de carreira dos servidores até o prazo determinado pela lei; isto significa dizer que proposta será encaminhada aos deputados até os primeiros dias de abril; "Não podemos continuar num Estado onde não há carreira para os servidores públicos. O que encontramos hoje são armengues, gambiarras e carreiras que vão se super-posicionando. Há carreiras que por terem mais tem penetração na sociedade e força política conseguem fazer a sua gambiarra. É uma situação anormal e absolutamente irregular", disse; enquanto isso, deputado Samuel Barreto propõe trancar pauta da Assembleia até que reajuste de 11% dos servidores seja votado
Novo secretário estadual do Planejamento, Orçamento e Gestão, João Augusto Gama, garantiu que o governo enviará à Assembleia Legislativa o plano de carreira dos servidores até o prazo determinado pela lei; isto significa dizer que proposta será encaminhada aos deputados até os primeiros dias de abril; "Não podemos continuar num Estado onde não há carreira para os servidores públicos. O que encontramos hoje são armengues, gambiarras e carreiras que vão se super-posicionando. Há carreiras que por terem mais tem penetração na sociedade e força política conseguem fazer a sua gambiarra. É uma situação anormal e absolutamente irregular", disse; enquanto isso, deputado Samuel Barreto propõe trancar pauta da Assembleia até que reajuste de 11% dos servidores seja votado (Foto: Valter Lima)
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Sergipe 247 - O secretário estadual de Planejamento, Orçamento e Gestão, João Augusto Gama, afirmou, nesta terça-feira (25), que o governo enviará à Assembleia Legislativa o plano de carreira dos servidores até o prazo determinado pela lei no que se refere ao ano eleitoral. Isto significa dizer que proposta será encaminhada aos deputados até os primeiros dias de abril. Segundo Gama, todos os sindicatos estão sendo chamados a dialogar com a administração estadual, para que a formatação do plano de cargos e salários seja justa. O secretário reconhece que situação atual dos servidores é insustentável.

"Não podemos continuar num Estado onde não há carreira para os servidores públicos. O que encontramos hoje são armengues, gambiarras e carreiras que vão se super-posicionando. Há carreiras que por terem mais tem penetração na sociedade e força política conseguem fazer a sua gambiarra. É uma situação anormal e absolutamente irregular", disse Gama em áudio divulgado pelo governo na Agência Sergipe de Notícias. 

Num rebate direto à oposição, Gama afirma que governo e servidores "estão do mesmo lado". "O lado do servidor é o lado do governo, mas é preciso lembrar que trabalhamos com números e com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Temos que implantar o plano até o prazo da lei", ressaltou.

SAMUEL QUER TRANCAR PAUTA

Enquanto o governo promete enviar o plano de carreiras para a Assembleia dentro do prazo regimentar, o deputado estadual Samuel Barreto (PSL) propôs na última segunda-feira (4) que a pauta do poder legislativo estadual fique trancada até que o governador Jackson Barreto (PMDB) envie o projeto de reajuste salarial dos servidores, que reponha, no mínimo, as perdas inflacionárias dos últimos dois anos, o que representa um aumento de 11%.

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