Garis de Aracaju entrarão em greve a partir de 5ª

Os trabalhadores da limpeza pública de Aracaju entrarão em greve a partir desta quinta (21); de acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Pública e Comercial de Sergipe (Sindlimp), Anderson Vidal, a categoria relata falta de cumprimento no pagamento de benefícios e excesso de carga horária de trabalho

Os trabalhadores da limpeza pública de Aracaju entrarão em greve a partir desta quinta (21); de acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Pública e Comercial de Sergipe (Sindlimp), Anderson Vidal, a categoria relata falta de cumprimento no pagamento de benefícios e excesso de carga horária de trabalho
Os trabalhadores da limpeza pública de Aracaju entrarão em greve a partir desta quinta (21); de acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Pública e Comercial de Sergipe (Sindlimp), Anderson Vidal, a categoria relata falta de cumprimento no pagamento de benefícios e excesso de carga horária de trabalho (Foto: Valter Lima)

247 - Os trabalhadores da limpeza pública de Aracaju entrarão em greve a partir desta quinta-feira (21). De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Pública e Comercial de Sergipe (Sindlimp), Anderson Vidal, a categoria relatou falta de cumprimento no pagamento de benefícios e denunciou excesso de carga horária de trabalho por parte da empresa Cavo.

“Nós já encaminhamos ofício a prefeitura de Aracaju em relação à greve, que será por tempo indeterminado. A diretoria do sindicato está aberta ao diálogo. Na Assembleia ficou deliberado ainda que, não havendo manifestação das empresas ou acordo até 24 horas antes do início da greve, o sindicato irá garantir a continuidade do serviço, assegurando, no mínimo, 30% dos trabalhadores no exercício de suas atividades”, informou Vidal ao Portal Infonet.

Ele diz que os garis cumprem uma jornada excessiva, de segunda a sábado em horário integral mais carga horária aos domingos, e não possuem equipamento de trabalho adequado. Segundo o representante do sindicato, falta até água potável refrigerada e banheiros suficientes, além do atraso no pagamento dos vales transportes.

"Já são mais de 90 demissões somente da semana passada até agora e estamos na luta por um entendimento com a empresa para saber os motivos do desrespeito ao trabalhador", complementou.

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