Geddel a peemedebistas citados em delação: "Que se explodam"

Secretário nacional do PMDB, Geddel Vieira Lima disse que não é solidário aos colegas de partido citados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa em suposto esquema de corrupção em contratos da estatal e defende que os peemedebistas envolvidos devem sofrer punição; "Não sou citado em nada. Quem deve falar alguma coisa é quem foi citado. Isso não atinge o partido em nada. Não sou solidário e nem compactuou com isso. Que se explodam"

Secretário nacional do PMDB, Geddel Vieira Lima disse que não é solidário aos colegas de partido citados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa em suposto esquema de corrupção em contratos da estatal e defende que os peemedebistas envolvidos devem sofrer punição; "Não sou citado em nada. Quem deve falar alguma coisa é quem foi citado. Isso não atinge o partido em nada. Não sou solidário e nem compactuou com isso. Que se explodam"
Secretário nacional do PMDB, Geddel Vieira Lima disse que não é solidário aos colegas de partido citados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa em suposto esquema de corrupção em contratos da estatal e defende que os peemedebistas envolvidos devem sofrer punição; "Não sou citado em nada. Quem deve falar alguma coisa é quem foi citado. Isso não atinge o partido em nada. Não sou solidário e nem compactuou com isso. Que se explodam" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Secretário nacional do PMDB, o candidato a senador Geddel Vieira Lima disse nesta segunda-feira (8) que não é solidário aos colegas de partido citados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa em suposto esquema de corrupção em contratos da estatal. Em entrevista ao site Bocão News, o ex-ministro disse que os peemedebistas envolvidos devem sofrer punição.

"Não sou citado em nada. Quem deve falar alguma coisa é quem foi citado. Isso não atinge o partido em nada. Não sou solidário e nem compactuou com isso. Que se explodam (sic)".

Foram citados por Costa em seu depoimento de delação premiada seis caciques do PMDB: o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (RN); o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL); o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (MA); o líder do governo no Senado, Romero Juca (RR); o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral; e a governadora do Maranhão, Roseana Sarney.

Geddel avalia ainda que as denúncias que envolve uma lista de 12 políticos, a maior parte da base do governo federal, afeta apenas a presidente Dilma Rousseff, que tenta se reeleger. "Isso é ruim para o governo que tem que dar explicações".

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