Georgeo: 'lei orçamentária é peça de ficção'

O deputado estadual Georgeo Passos (PTC) questionou, durante sessão desta terça (20) da Assembleia Legislativa, a aplicação dos recursos previstos na Lei Orçamentária Anual de 2015, comparando-os ao previsto em 2016 bem como o utilizado em 2014; segundo ele, o valor esperado nunca é integralmente aplicado, pastas gastam muito com despesas com pessoal, bem como setores expressivos terão, em 2016, novamente despesas reduzidas; “Nunca, nos últimos 5 anos, foi executada 100% do previsto do orçamento. Matérias importantes, provavelmente terão dificuldades em ser alcançadas, dentro do que foi encaminhado a esta Casa. Será um ano difícil”, afirmou Georgeo

O deputado estadual Georgeo Passos (PTC) questionou, durante sessão desta terça (20) da Assembleia Legislativa, a aplicação dos recursos previstos na Lei Orçamentária Anual de 2015, comparando-os ao previsto em 2016 bem como o utilizado em 2014; segundo ele, o valor esperado nunca é integralmente aplicado, pastas gastam muito com despesas com pessoal, bem como setores expressivos terão, em 2016, novamente despesas reduzidas; “Nunca, nos últimos 5 anos, foi executada 100% do previsto do orçamento. Matérias importantes, provavelmente terão dificuldades em ser alcançadas, dentro do que foi encaminhado a esta Casa. Será um ano difícil”, afirmou Georgeo
O deputado estadual Georgeo Passos (PTC) questionou, durante sessão desta terça (20) da Assembleia Legislativa, a aplicação dos recursos previstos na Lei Orçamentária Anual de 2015, comparando-os ao previsto em 2016 bem como o utilizado em 2014; segundo ele, o valor esperado nunca é integralmente aplicado, pastas gastam muito com despesas com pessoal, bem como setores expressivos terão, em 2016, novamente despesas reduzidas; “Nunca, nos últimos 5 anos, foi executada 100% do previsto do orçamento. Matérias importantes, provavelmente terão dificuldades em ser alcançadas, dentro do que foi encaminhado a esta Casa. Será um ano difícil”, afirmou Georgeo (Foto: Valter Lima)
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247 - O deputado estadual Georgeo Passos (PTC) questionou, durante sessão desta terça-feira (20) da Assembleia Legislativa a aplicação dos recursos previstos na Lei Orçamentária Anual de 2015, comparando-os ao previsto em 2016 bem como o utilizado em 2014. Para o parlamentar, o "orçamento do Estado é uma peça de ficção", onde, segundo ele, o valor esperado nunca é integralmente aplicado, pastas gastam muito com despesas com pessoal, bem como setores expressivos terão, em 2016, novamente despesas reduzidas.

“Nunca, nos últimos 5 anos, foi executada 100% do previsto do orçamento. Matérias importantes, provavelmente terão dificuldades em ser alcançadas, dentro do que foi encaminhado a esta Casa. Será um ano difícil”, afirmou Georgeo.

"Até agosto de 2015, transcorrido 67% do corrente período de execução, foi utilizado 56,49% do estimado, o que projeta uma diferença de 10,5% entre a despesa prevista até o período e o que foi executado, fato semelhante ao que aconteceu em 2014", ressaltou o parlamentar, apresentando dados que mostram diferenças em até 14,16% entre os valores estimados no orçamento e as despesas executadas.

Para Georgeo, o Governo do Estado não reduziu custos para 2016, apenas adequou à realidade e ainda acrescentou receita. "O Governo não reduziu em nada o Orçamento para 2016, apenas criou uma projeção que, na verdade, contém um pequeno incremento de despesa, se compararmos o histórico real de projeção de gastos do Governo do Estado", afirmou. "É apenas jogo de números. A peça orçamentária sempre vem acima do previsto para que o Governo jogue para a sociedade que quer conter suas despesas", criticou.

“O Governo não teve a preocupação em cortar despesas. Pelos relatórios de Gestão Fiscal, houve sim um aumento da Receita Corrente Líquida, que não inclui os créditos de empréstimos. Cabe a nós cobrar explicações do Secretário da Fazenda sobre estes dados", argumentou Georgeo.

Segundo o deputado, "o Estado joga com os números e a sociedade acredita nas inverdades que o Governo diz". "Precisamos que a Educação melhore, mas o que percebemos no orçamento é uma redução de R$ 24 milhões na pasta", acusou. "Enquanto em Segurança Pública houve um acréscimo, Assistência Social, Saúde e Educação passaram por cortes expressivos no orçamento, diferente do alegado", salientou o parlamentar.

 

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