Gestão de Vitti economiza R$ 26 milhões na Alego

Em seis meses de gestão, o presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti (PSDB), reduziu em 15% o valor gasto no funcionamento da Casa; economia de R$ 26,63 milhões, se comparados os valores gastos de janeiro a julho de 2016 com o mesmo período de 2017, deve-se a investimentos que retraíram os valores gastos pela Casa, conforme explicou o presidente do Legislativo, José Vitti

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vitti (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - Em seis meses de gestão, o presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti (PSDB), reduziu em 15% o valor gasto no funcionamento da Casa. A economia obtida é reflexo do trabalho de modernização e desburocratização que impactaram positivamente o orçamento. A informação consta de reportagem publicada na edição desta segunda-feira, 14, do jornal O Popular.

A economia de R$ 26,63 milhões, se comparados os valores gastos de janeiro a julho de 2016 com o mesmo período de 2017, deve-se a investimentos que retraíram os valores gastos pela Casa, conforme explicou o presidente do Legislativo, José Vitti.

“A terceirização da frota de veículos, que reduziu os custos com manutenção, seguro e licenciamento, e o investimento em telefonia e internet que resultou em uma economia de mais de R$ 1 milhão, foram algumas das medidas de redução de despesas que adotamos para este ano”, explicou Vitti.

Ele destacou ainda que sua equipe administrativa tem trabalhado em projetos que visam desburocratizar a máquina pública, especialmente revendo contratos, racionalizando procedimentos e enxugando despesas.

O contingenciamento, decretado pelo governador Marconi Perillo (PSDB), e a PEC do Tetos dos Gastos também contribuíram para essa economia. “A economia não vai parar por aí. Estamos implementando outras medidas para gerar uma redução de gastos ainda maior até o final do ano”, ressaltou o presidente.

CONCURSO

Com a posse dos concursados no último certame, o presidente voltou a ressaltar que a gestão já planeja a realização de um novo concurso até o final de sua gestão, no próximo ano. “A meta é aumentar o número de efetivos na Casa, embora cada concursado, dependendo do cargo, custe três ou quatro vezes mais do quem um comissionado”, disse.

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