Gestão Shell na Petrobras não serve, diz Fontana

De acordo com o deputado federal Henrique Fontana (PT-RS), "no governo Anti nacional de Temer a Petrobrás vende para as grandes multinacionais o petróleo do campo de Carcará pela bagatela de US$ 2 e para os brasileiros gasolina, diesel e gás nos maiores preços do mundo"; "Gestão Shell não serve"

De acordo com o deputado federal Henrique Fontana (PT-RS), "no governo Anti nacional de Temer a Petrobrás vende para as grandes multinacionais o petróleo do campo de Carcará pela bagatela de US$ 2 e para os brasileiros gasolina, diesel e gás nos maiores preços do mundo"; "Gestão Shell não serve"
De acordo com o deputado federal Henrique Fontana (PT-RS), "no governo Anti nacional de Temer a Petrobrás vende para as grandes multinacionais o petróleo do campo de Carcará pela bagatela de US$ 2 e para os brasileiros gasolina, diesel e gás nos maiores preços do mundo"; "Gestão Shell não serve" (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - O deputado federal Henrique Fontana (PT-RS) afirmou no Twitter que a "Petrobras deve ser gerida com amplo sentido estratégico, deve contribuir para industrialização do Brasil, propiciar modicidade de preços para estimular economia nacional e melhorar a renda dos brasileiros que ao longo da história construíram esta empresa pública. Gestão Shell não serve".

Na política entreguista, o governo Temer assinou o que afirmou ser acordo de "colaboração mútua" com a Shell. O memorando foi assinado em setembro do ano passado.

De acordo com o parlamentar, "no governo Anti nacional de Temer a Petrobrás vende para as grandes multinacionais o petróleo do campo de Carcará pela bagatela de US$ 2 e para os brasileiros gasolina, diesel e gás nos maiores preços do mundo". "Isto eles chamam de 'gestão empresarial eficiente'. Eficiente pra quem?", questionou.

Desde o início da política de reajustes diários dos preços dos derivados de petróleo, em 3 de julho do ano passado, a Petrobras aumentou o preço do óleo diesel em suas refinarias 121 vezes, alta de 56,5%, de acordo com o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). 

O presidente da Shell Brasil, André Araújo, no entanto, defendeu a política de preços de combustíveis conduzida pela Petrobras. "O aumento do combustível é uma circunstância do momento, pois o dólar e o barril sofrem oscilações. Isso faz parte da atividade normal e ocorre em qualquer lugar do mundo. Não é só no Brasil que esse efeito sobre os combustível tem impacto na bomba", disse ao Estadão.

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