Giannazzi propõe reposição de 31,4% ao funcionalismo estadual

A Assembleia Legislativa recebeu do Poder Executivo, em 1o de fevereiro, o Projeto de Lei 1/2018, que prevê “reajuste” salarial de 3,5% para o funcionalismo em geral, de 4% para a Segurança Pública, e de 7% para o magistério; para Carlos Giannazi (PSOL), o reajuste representa “um atentado à dignidade dos servidores paulistas”, há mais de quatro anos sem aumento; Giannazi protocolou emendas para que a reposição seja de 31,4% para todas as categorias

A Assembleia Legislativa recebeu do Poder Executivo, em 1o de fevereiro, o Projeto de Lei 1/2018, que prevê “reajuste” salarial de 3,5% para o funcionalismo em geral, de 4% para a Segurança Pública, e de 7% para o magistério; para Carlos Giannazi (PSOL), o reajuste representa “um atentado à dignidade dos servidores paulistas”, há mais de quatro anos sem aumento; Giannazi protocolou emendas para que a reposição seja de 31,4% para todas as categorias
A Assembleia Legislativa recebeu do Poder Executivo, em 1o de fevereiro, o Projeto de Lei 1/2018, que prevê “reajuste” salarial de 3,5% para o funcionalismo em geral, de 4% para a Segurança Pública, e de 7% para o magistério; para Carlos Giannazi (PSOL), o reajuste representa “um atentado à dignidade dos servidores paulistas”, há mais de quatro anos sem aumento; Giannazi protocolou emendas para que a reposição seja de 31,4% para todas as categorias (Foto: Charles Nisz)

SP 247 - A Assembleia Legislativa recebeu do Poder Executivo no primeiro dia de fevereiro o Projeto de Lei Complementar 1/2018, que prevê “reajuste” salarial de 3,5% para o funcionalismo em geral, de 4% para os agentes de segurança pública, e de 7% para o magistério. Para Carlos Giannazi (PSOL), os índices representam “um verdadeiro atentado à dignidade dos servidores paulistas”, que estão há mais de quatro anos com os salários congelados.

Segundo o parlamentar, o próprio termo “reajuste” é usado de forma enganosa, pois isso implicaria na revisão da dívida histórica existente com os servidores. O Deputado explica que “mesmo como reposição das perdas inflacionárias, os índices propostos não cobrem minimamente o achatamento salarial suportado durante todos esses anos”. Por isso, assim que o Governador enviou o PLC à ALESP e por uma questão de justiça aos direitos servidores, Giannazi protocolou emendas para que a reposição seja de 31,4% para todas as categorias, com base na inflação oficial do período apurada pelo INPC/IBGE.

Para o Parlamentar, o Quadro de Apoio Escolar está sendo especialmente massacrado pelo governo tucano. Com um salário-base de apenas R$ 971,78, estes profissionais receberão míseros 3,5% de reajuste pela proposta do Governo. Por isso Giannazi defende a imediata regulamentação da Lei 1.144/2011, que trata da progressão funcional dessa carreira. “Sem os agentes de organização as escolas não funcionam”, alerta o Deputado.

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