Gilmar prorroga investigação sobre Aécio em inquérito da CPMI dos Correios

O ministro do STF Gilmar Mendes autorizou a prorrogação das investigações dobre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) no inquérito que apura a maquiagem por parte do parlamentar de informações que foram prestadas pelo Banco Rural à CPMI dos Correios"; inquérito foi aberto com base na delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral (MS); Ao todo, Aécio é alvo de oito inquéritos em tramitação no STF

aécio e gilmar
aécio e gilmar (Foto: Paulo Emílio)
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Minas 247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes autorizou a prorrogação das investigações dobre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) no inquérito que apura a maquiagem por parte do parlamentar de informações que foram prestadas pelo Banco Rural à CPMI dos Correios. O ministro também determinou que o inquérito seja enviado à Polícia Federal (PF) para dar continuidade as investigações.

"Tendo em vista que há diligências pendentes (...), dero a prorrogação de prazo, nos termos requeridos. Ante o exposto, determino o prosseguimento das investigações, deferindo o prazo de sessenta dias para conclusão das investigações", disse Gilmar em sua decisão. O inquérito foi aberto com base na delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral (MS) e a prorrogação do inquérito foi solicitada pelo delegado da Heliel Jeerson Martins em função de aguardar o retorno de duas cartas precatórias necessárias à elaboração do relatório final acerca da investigação.

A assessoria de Aécio Neves informou que as "prorrogações são medidas rotineiras em inquéritos" e que "quanto mais profunda e isenta for a investigação, mais clareza haverá de que o senador não tem qualquer relação com os fatos investigados".

Nesta terça-feira (17), Aécio foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos crimes de corrupção passiva e obstrução da Justiça com base na delação premiada de executivos do Grupo J&F. Aécio foi gravado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista. Aécio já é alvo de oito inquéritos em tramitação no STF, cinco deles abertos com base na delação premiada de executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht, dois em decorrência da delação de Delcídio e outro pela delação do grupo J&F.

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