Goleiro Bruno pode voltar à cadeia na próxima semana

O procurador-geral, Rodrigo Janot, deu parecer contrário ao habeas corpus concedido pelo STF ao goleiro Bruno Fernandes, condenado a 22 anos de prisão pela morta da mãe de seu filho; de acordo com o procurador, o fato de Bruno ter ficado mais de seis anos detido sem ter os recursos de sua defesa julgados não configura em prejuízo para ele, porque a primeira parte da detenção foi consequência do cumprimento de prisão preventiva e uma outra parte foi feita a pedido da própria defesa, em recurso de apelação

O procurador-geral, Rodrigo Janot, deu parecer contrário ao habeas corpus concedido pelo STF ao goleiro Bruno Fernandes, condenado a 22 anos de prisão pela morta da mãe de seu filho; de acordo com o procurador, o fato de Bruno ter ficado mais de seis anos detido sem ter os recursos de sua defesa julgados não configura em prejuízo para ele, porque a primeira parte da detenção foi consequência do cumprimento de prisão preventiva e uma outra parte foi feita a pedido da própria defesa, em recurso de apelação
O procurador-geral, Rodrigo Janot, deu parecer contrário ao habeas corpus concedido pelo STF ao goleiro Bruno Fernandes, condenado a 22 anos de prisão pela morta da mãe de seu filho; de acordo com o procurador, o fato de Bruno ter ficado mais de seis anos detido sem ter os recursos de sua defesa julgados não configura em prejuízo para ele, porque a primeira parte da detenção foi consequência do cumprimento de prisão preventiva e uma outra parte foi feita a pedido da própria defesa, em recurso de apelação (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O procurador geral da República, Rodrigo Janot, deu parecer contrário ao habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao goleiro Bruno Fernandes, em fevereiro deste ano. O goleiro foi solto há dois meses, mas pode voltar para a cadeia na próxima semana. De acordo com o procurador, o fato de Bruno ter ficado mais de seis anos detido sem ter os recursos de sua defesa julgados não configura em prejuízo para ele, porque a primeira parte da detenção foi consequência do cumprimento de prisão preventiva e uma outra parte foi feita a pedido da própria defesa, em recurso de apelação.

Janot afirmou que a ilegalidade da prisão ocorre quando há demora por negligência, o que na avaliação dele, não ocorreu. O procurador disse, ainda, que não cabe ao STF julgar um pedido indeferido de forma monocrática pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A avaliação da procuradoria chegou ao STF nessa quarta-feira (19) e no mesmo dia o ministro relator, Alexandre de Moraes, liberou para julgamento. Na próxima terça-feira (25), a Primeira Turma pode já apreciar o documento, que se for deferido, deve ser cumprido de forma imediata, resguardado o período de notificação do réu.

Burno foi condenado em março de 2013 a 22 anos e três meses de prisão pela morte da namorada Eliza Samudio. Depois de um breve relacionamento com o ex-jogador do Flamengo, a modelo Eliza engravidou. O goleiro se negou a registrar a criança após o nascimneto da filho e o casal começou a se desentender. Eliza foi levada até o sítio do atleta na região metropolitana de Belo Horizonte e morta. O corpo dela não foi encontrado.

Atualmente, Bruno possui um contrato de trabalho com o Boa Esporte Clube de dois anos. Se o habeas corpus dele for invalidado, ele perde o acordo que possui com o time de Varginha, no Sul do Estado, segundo cláusula já definida.

 

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