Goleiro Bruno poderá ir para o semiaberto só em 2019

O TJ-MG atualizou o atestado de pena do goleiro Bruno Fernandes, condenado, em 2013, a 22 anos e 3 meses pelo assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samúdio, e pelo sequestro e cárcere privado do filho; no documento do TJ-MG, consta que o goleiro poderá pedir a progressão de pena para o regime semiaberto a partir de 11 de março de 2019; a defesa esperava que, ao conseguir o semiaberto este ano, Bruno pudesse voltar a jogar no Boa Esporte, em Varginha (MG)

Brasil, Belo Horizonte, MG. 20/10/2010. O goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza (c) é conduzido por policiais para audiência realizada no II Tribunal do Júri, em Belo Horizonte (MG). Começou na tarde de 20 de outubro de 2010 o depoimento de 22 testem
Brasil, Belo Horizonte, MG. 20/10/2010. O goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza (c) é conduzido por policiais para audiência realizada no II Tribunal do Júri, em Belo Horizonte (MG). Começou na tarde de 20 de outubro de 2010 o depoimento de 22 testem (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) atualizou nesta quinta-feira (8) o atestado de pena do goleiro Bruno Fernandes, condenado, em 2013, a 22 anos e 3 meses pelo assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samúdio, e pelo sequestro e cárcere privado do filho. O jogador foi preso em julho de 2010, quando se entregou à Polícia Civil do Rio de Janeiro.

No documento do TJ-MG, consta que o goleiro poderá pedir a progressão de pena para o regime semiaberto a partir de 11 de março de 2019. A defesa esperava que, ao conseguir o semiaberto este ano, Bruno pudesse voltar a jogar no Boa Esporte, em Varginha (MG).

O juiz Oilson Hoffman, da 1ª Vara Criminal de Varginha, informou que outros fatores estão sendo avaliados e podem interferir no tempo da pena. Ao G1, o magistrado não confirmou que o Bruno só poderá solicitar o regime semiaberto a partir de 2019.

O goleiro cumpre a pena em Varginha desde o final de abril deste ano. Caso houvesse progressão de pena, ele teria o direito não apenas de trabalhar, mas também de dormir em casa. Segundo o o juiz, a medida é possível, porque a cidade não possui uma unidade da Apac (Associação de Proteção e Assistência ao Condenado) em funcionamento e os presidiários com o direito de avançar ao regime semiaberto podem ficar nas próprias residências.

 

 

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