Governador apresenta plano para enfrentar a crise hídrica na RMF

O governador Camilo Santana reuniu hoje, no Palácio da Abolição, representantes de vários setores para apresentar o quadro da situação hídrica do Ceará, particularmente de Fortaleza e Região Metropolitana, para o segundo semestre de 2016, após o encerramento do período da quadra chuvosa. Segundo o governador a situação está bastante crítica, com uma redução de 45,2% em relação à média de precipitações de chuva no estado, em 2016, o que representa a 8a. pior situação hídrica desde a grande seca de 1958

O governador Camilo Santana reuniu hoje, no Palácio da Abolição, representantes de vários setores para apresentar o quadro da situação hídrica do Ceará, particularmente de Fortaleza e Região Metropolitana, para o segundo semestre de 2016, após o encerramento do período da quadra chuvosa. Segundo o governador a situação está bastante crítica, com uma redução de 45,2% em relação à média de precipitações de chuva no estado, em 2016, o que representa a 8a. pior situação hídrica desde a grande seca de 1958
O governador Camilo Santana reuniu hoje, no Palácio da Abolição, representantes de vários setores para apresentar o quadro da situação hídrica do Ceará, particularmente de Fortaleza e Região Metropolitana, para o segundo semestre de 2016, após o encerramento do período da quadra chuvosa. Segundo o governador a situação está bastante crítica, com uma redução de 45,2% em relação à média de precipitações de chuva no estado, em 2016, o que representa a 8a. pior situação hídrica desde a grande seca de 1958 (Foto: Fatima 247)

Ceará 247 - O governador Camilo Santana reuniu hoje, no Palácio da Abolição, representantes de vários setores para apresentar o quadro da situação hídrica do Ceará, particularmente de Fortaleza e Região Metropolitana, para o segundo semestre de 2016, após o encerramento do período da quadra chuvosa.  Além de secretários do Estado e da Prefeitura de Fortaleza, participaram da reunião instituições como Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa, Ministério Público Estadual e Federal, OAB, Fiec, Fecomércio, Sebrae, CDL, ABIH, Crea, Aprece, CNBB, Secovi, Funcap, representantes de universidades públicas e particulares, escolas e diretores dos sistemas de comunicação do Ceará, entre outros. Segundo o governador a situação está bastante crítica, com uma redução de 45,2% em relação à média de precipitações de chuva no estado, em 2016, o que representa a 8a. pior situação hídrica desde a grande seca de 1958.

No início da reunião, o governador Camilo Santana apresentou a situação hídrica do Ceará e as ações que estão sendo realizadas desde o ano passado em todo o estado – construção de adutoras de montagem rápida, cisternas de placas e chafarizes, dessalinizadores e perfuração de poços profundos, entre outras. “As medidas que o Estado vêm tomando garantiram o abastecimento até agora. Mas este é um momento que precisamos do envolvimento de todos aqui para ajudar a termos uma nova cultura do tratamento com a água, principalmente em Fortaleza e Região Metropolitana, de que a água é um bem precioso e indispensável”, disse Camilo Santana.

O governador também apresentou o Plano de Segurança Hídrica da Região Metropolitana de Fortaleza que tem como objetivo economizar em 20% a oferta de água do Sistema Integrado de Fortaleza e Região Metropolitana e implementar ações que garantam o abastecimento até a próxima quadra chuvosa.

Entre as ações estão o combate às perdas com fiscalização de fraudes e vazamentos; a construção de e instalação de poços; limpeza e instalação de poços já existentes; perfuração de 42 novos poços no Cumbuco e Pecém; fazer o aproveitamento dos sistemas hídricos dos rios Maranguapinho e Cauipe; implantação do sistema de reuso das águas de lavagem dos filtros da estação de Tratamento do Gavião  a implantação do sistema de captação pressurizada do Gavião e um plano de comunicação para criar um movimento de mobilização de toda sociedade, através de ações de mídia de massa e de ações educativas com o objetivo de conscientizar sobre o uso responsável e reduzir o consumo de água tratada em Fortaleza e Região Metropolitana, entre outras  medidas.

 

 

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