Governadores aprovam gestão da saúde no Hugo

Acompanhados do secretário Leonardo Vilela, os governadores Pedro Taques (MT) e Reinaldo Azambuja (MS) conheceram a estrutura e o atendimento dos hospitais HGG e Hugo; os dois afirmaram estar impressionados com a excelência da gestão por Organização Social implantada por Marconi Perillo e revelaram que vão adotar o modelo em seus Estados; "Vi hospitais limpos, atendimento de qualidade, pacientes satisfeitos e servidores felizes. É uma experiência exitosa que, com certeza, terá de ser difundida pelo País. Voltaremos para casa com compromisso de fazer algo semelhante", afirmou Azambuja

Acompanhados do secretário Leonardo Vilela, os governadores Pedro Taques (MT) e Reinaldo Azambuja (MS) conheceram a estrutura e o atendimento dos hospitais HGG e Hugo; os dois afirmaram estar impressionados com a excelência da gestão por Organização Social implantada por Marconi Perillo e revelaram que vão adotar o modelo em seus Estados; "Vi hospitais limpos, atendimento de qualidade, pacientes satisfeitos e servidores felizes. É uma experiência exitosa que, com certeza, terá de ser difundida pelo País. Voltaremos para casa com compromisso de fazer algo semelhante", afirmou Azambuja
Acompanhados do secretário Leonardo Vilela, os governadores Pedro Taques (MT) e Reinaldo Azambuja (MS) conheceram a estrutura e o atendimento dos hospitais HGG e Hugo; os dois afirmaram estar impressionados com a excelência da gestão por Organização Social implantada por Marconi Perillo e revelaram que vão adotar o modelo em seus Estados; "Vi hospitais limpos, atendimento de qualidade, pacientes satisfeitos e servidores felizes. É uma experiência exitosa que, com certeza, terá de ser difundida pelo País. Voltaremos para casa com compromisso de fazer algo semelhante", afirmou Azambuja (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - Os governadores do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), e do Mato Grosso, Pedro Taques (PDT), ficaram impressionados com o padrão de excelência que Goiás alcançou no atendimento médico-hospitalar depois que o governador Marconi Perillo (PSDB) adotou o modelo de gestão compartilhada com as Organizações Sociais (OS). Nesta quinta-feira, Taques e Azambuja Depois visitaram o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) e o Hospital Geral de Goiânia (HGG).

"Este é o modelo que deve ser seguido pelos outros Estados. Funciona bem. É um trabalho de excelência", afirmou o governador do Mato Grosso do Sul. "Vi hospitais limpos, atendimento de qualidade, pacientes satisfeitos e servidores felizes. É uma experiência exitosa que, com certeza, terá de ser difundida pelo País. Voltaremos para casa com compromisso de fazer algo semelhante".

"Há gestões compartilhadas na saúde que funcionam e outras não. Goiás é exemplo do que deu certo", disse Taques. Ele revelou que pretende implantar no Mato Grosso um novo modelo de gestão e que vai se inspirar em Goiás.

Os números do Hugo, em especial, causaram forte impressão em Azambuja. A unidade, que tem 25 anos, aumentou em 40% o número de atendimentos e 84% a quantidade de cirurgias realizadas desde que mudou o modelo de gestão na Saúde. Os gastos com a unidade caíram 63%. O número de leitos subiu de 235 para 407. Destes, eram 44 de UTI e agora são 58. "Praticamente construímos um novo hospital enquanto o Hugo estava funcionando", diz o secretário de Saúde de Goiás, Leonardo Vilela. O ex-secretário Antônio Faleiros também participou da visita.

O secretário de Saúde do Mato Grosso Sul, Nelson Tavares, que acompanhou o governador na viagem a Goiânia, afirma que o governo Azambuja encontrou o serviço de atendimento médico-hospitalar "desorganizado" em janeiro deste ano, quando começou o mandato, e que o estado está decidido a adotar modelo que preze pela eficiência semelhante ao que encontrou em Goiás. "É Fantástico o avanço que a gestão compartilhada com OS propiciou aqui. É um modelo que nós temos o interesse total de reproduzir no Mato Grosso do Sul".

Nelson Tavares afirma que o sucesso alcançado pela gestão Marconi dever estimular o poder público pelo Brasil afora a buscar inspiração no setor privado para melhorar o atendimento nos hospitais públicos. "A partir do momento que você faz o comparativo entre como funciona com a administração direta e como funciona com as parcerias, você vê que não é defensável a tese de trabalhar só a administração direta. A gente precisa dessas parcerias. Isso é salutar".

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