Governo do estado reduz orçamento de 2014 em 8,6%

Áreas como educação, saúde, turismo, cultura, infraestrutura, desenvolvimento social e meio ambiente terão menos dinheiro em 2014; apenas sete das 25 secretarias do governo ficaram livres da redução de recursos; orçamento foi classificado como "enxuto e realista" pelo secretário Fazenda, Manoel Vitório; ele explica que não foram incluídos na LOA recursos que ainda são negociados ou operações de crédito que não ingressaram; "É preciso tocar com o que sem tem. Depois é possível se falar em suplementação a partir de obtenção de créditos"

Áreas como educação, saúde, turismo, cultura, infraestrutura, desenvolvimento social e meio ambiente terão menos dinheiro em 2014; apenas sete das 25 secretarias do governo ficaram livres da redução de recursos; orçamento foi classificado como "enxuto e realista" pelo secretário Fazenda, Manoel Vitório; ele explica que não foram incluídos na LOA recursos que ainda são negociados ou operações de crédito que não ingressaram; "É preciso tocar com o que sem tem. Depois é possível se falar em suplementação a partir de obtenção de créditos"
Áreas como educação, saúde, turismo, cultura, infraestrutura, desenvolvimento social e meio ambiente terão menos dinheiro em 2014; apenas sete das 25 secretarias do governo ficaram livres da redução de recursos; orçamento foi classificado como "enxuto e realista" pelo secretário Fazenda, Manoel Vitório; ele explica que não foram incluídos na LOA recursos que ainda são negociados ou operações de crédito que não ingressaram; "É preciso tocar com o que sem tem. Depois é possível se falar em suplementação a partir de obtenção de créditos" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - O governo da Bahia reduzirá em aproximadamente 8,66% os investimentos previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2014. Setores como educação, saúde, turismo, cultura, infraestrutura, desenvolvimento social e meio ambiente terão menos dinheiro no próximo ano.

Segundo matéria do jornal A Tarde nesta sexta-feira (27), somente sete das 25 secretarias do governo ficaram livres da redução de recursos. Orçamento foi classificado como "enxuto e realista" pelo secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório.

O titular explicou que não foram incluídos na LOA recursos que ainda são negociados ou operações de crédito que não ingressaram. "É preciso tocar com o que sem tem. Depois é possível se falar em suplementação a partir de obtenção de créditos".

A oposição na Assembleia Legislativa afirma que a redução nos investimentos é tentativa do governo de cobrir o "rombo" de R$ 2 bilhões nas finanças do Estado. O orçamento ainda não teve relator indiciado e só deverá ser submetido a votação em janeiro de 2014.

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