Governo pode liberar recursos para vítimas de desabamento em SP

Michel Temer disse que o governo federal poderá liberar recursos para a cidade de São Paulo em apoio às vítimas do desabamento do prédio Wilson Paes de Almeida, ocorrido no Largo do Paisandu, no centro da capital paulista; o acidente deixou várias famílias desalojadas e os bombeiros ainda buscam por desaparecidos

Michel Temer disse que o governo federal poderá liberar recursos para a cidade de São Paulo em apoio às vítimas do desabamento do prédio Wilson Paes de Almeida, ocorrido no Largo do Paisandu, no centro da capital paulista; o acidente deixou várias famílias desalojadas e os bombeiros ainda buscam por desaparecidos
Michel Temer disse que o governo federal poderá liberar recursos para a cidade de São Paulo em apoio às vítimas do desabamento do prédio Wilson Paes de Almeida, ocorrido no Largo do Paisandu, no centro da capital paulista; o acidente deixou várias famílias desalojadas e os bombeiros ainda buscam por desaparecidos (Foto: Leonardo Lucena)

Por Débora Brito - Repórter da Agência Brasil

O presidente Michel Temer disse nesta quarta-feira (2) que o governo federal poderá liberar recursos para a cidade de São Paulo em apoio às vítimas do desabamento do prédio Wilson Paes de Almeida, ocorrido na madrugada de terça-feira (1º) no Largo do Paisandu, no centro da capital paulista.

O acidente deixou várias famílias desalojadas e os bombeiros ainda buscam por desaparecidos. O presidente não detalhou quanto seria, nem a destinação exata dos recursos.

Pouco antes de receber o presidente do Suriname, Desiré Bouterse, no Palácio do Itamaraty,  Temer disse aos jornalistas que o Ministério da Integração está cuidando das medidas a serem tomadas depois do incêndio de ontem. “Se for necessário, liberaremos [os recursos]. Certamente será necessário”, afirmou Temer.

Questionado se o Congresso Nacional vai conseguir aprovar o projeto que libera crédito para pagamento de empréstimos da Venezuela e de Moçambique com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Temer informou que os líderes dos partidos governistas estão se esforçando para aprovar a matéria ainda hoje. Ele acrescentou que, se não der para votar hoje, ficará para semana que vem.

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