Grande BH precisa de R$ 53 bi para mobilidade

É o que aponta a Confederação Nacional dos Transportes (CNT); segundo estatísticas do Plano de Transporte e Logística, cerca de R$ 45 bilhões, ou 84,5% desse total, deveriam ser aplicados em metrô ou trem urbano; atualmente, a Grande Belo Horizonte não tem trem urbano e possui apenas uma linha de metrô, com 28 quilômetros de extensão e 19 estações, sendo 18 em Belo Horizonte e uma em Contagem

É o que aponta a Confederação Nacional dos Transportes (CNT); segundo estatísticas do Plano de Transporte e Logística, cerca de R$ 45 bilhões, ou 84,5% desse total, deveriam ser aplicados em metrô ou trem urbano; atualmente, a Grande Belo Horizonte não tem trem urbano e possui apenas uma linha de metrô, com 28 quilômetros de extensão e 19 estações, sendo 18 em Belo Horizonte e uma em Contagem
É o que aponta a Confederação Nacional dos Transportes (CNT); segundo estatísticas do Plano de Transporte e Logística, cerca de R$ 45 bilhões, ou 84,5% desse total, deveriam ser aplicados em metrô ou trem urbano; atualmente, a Grande Belo Horizonte não tem trem urbano e possui apenas uma linha de metrô, com 28 quilômetros de extensão e 19 estações, sendo 18 em Belo Horizonte e uma em Contagem (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - A Região Metropolitana de Belo Horizonte precisar de R$ 53,5 bilhões para resolver seus problemas de mobilidade, segundo cálculo da Confederação Nacional dos Transportes (CNT). As estatísticas estão no Plano de Transporte e Logística. Cerca de R$ 45 bilhões, ou 84,5% desse total, deveriam ser aplicados em metrô ou trem urbano. Atualmente, a Grande Belo Horizonte não tem trem urbano e possui apenas uma linha de metrô, com 28 quilômetros de extensão e 19 estações, sendo 18 em Belo Horizonte e uma em Contagem.

De acordo com a CNT, a linha atual deveria ser recuperada e deveria ser ampliada e construída outras duas, totalizando mais 199 Km de trilhos. Além de Belo Horizonte e Contagem, outras sete cidades – Betim, Confins, Ibirité, Nova Lima, Ribeirão das Neves, Sabará, e Santa Luzia – deveriam ser integrados pelos trilhos.

O diretor executivo da CNT, Bruno Batista, afirmou que o Plano aponta a solução ideal, mas que os governos podem adotar medidas “para reduzir a distância entre a necessidade e o possível”. “Não tem saída. Ou as cidades fazem investimentos, ou terão colapsos de mobilidade”, acrescentou.

Em Belo Horizonte, a CNT também recomenda o investimento de cerca de R$ 290 milhões na construção de 19 terminais de passageiros, interligando os ônibus da capital com o transporte de sete cidades da região metropolitana. A entidade afirmou, ainda, que é necessário a necessidade de construir e adequar vias urbanas, ampliar o BRT e adquirir material rodante.

Leia mais na edição do jornal O Tempo

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247