Greve perde apoio e Civis iniciam volta ao trabalho

Depois de um mês de paralisação da Polícia Civil sem avanço nas reivindicações, parte da categoria decidiu obedecer a decisão da desembargadora Maysa Vendramini e já começa a retornar ao trabalho; Secretaria de Segurança Pública recebeu vários comunicados de retorno dos policiais às suas atividades e deve divulgar nesta quinta-feira, 26, um balanço da situação; entre os civis, o sentimento é o de que a categoria deve retornar ao até que o governo do Estado tenha condições financeiras de realizar o pagamento do alinhamento salarial; governo confirmou que o ponto será cortado; em Brasília, o comando da greve se reuniu com a primeira-dama e deputada federal Dulce Miranda (PMDB), para tentar a intermediação de um acordo

Depois de um mês de paralisação da Polícia Civil sem avanço nas reivindicações, parte da categoria decidiu obedecer a decisão da desembargadora Maysa Vendramini e já começa a retornar ao trabalho; Secretaria de Segurança Pública recebeu vários comunicados de retorno dos policiais às suas atividades e deve divulgar nesta quinta-feira, 26, um balanço da situação; entre os civis, o sentimento é o de que a categoria deve retornar ao até que o governo do Estado tenha condições financeiras de realizar o pagamento do alinhamento salarial; governo confirmou que o ponto será cortado; em Brasília, o comando da greve se reuniu com a primeira-dama e deputada federal Dulce Miranda (PMDB), para tentar a intermediação de um acordo
Depois de um mês de paralisação da Polícia Civil sem avanço nas reivindicações, parte da categoria decidiu obedecer a decisão da desembargadora Maysa Vendramini e já começa a retornar ao trabalho; Secretaria de Segurança Pública recebeu vários comunicados de retorno dos policiais às suas atividades e deve divulgar nesta quinta-feira, 26, um balanço da situação; entre os civis, o sentimento é o de que a categoria deve retornar ao até que o governo do Estado tenha condições financeiras de realizar o pagamento do alinhamento salarial; governo confirmou que o ponto será cortado; em Brasília, o comando da greve se reuniu com a primeira-dama e deputada federal Dulce Miranda (PMDB), para tentar a intermediação de um acordo (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - Uma parte dos policiais civis, que estão em greve há um mês, começaram a retornar ao trabalho. A Secretaria de Segurança Pública recebeu vários comunicados de retorno dos policiais às suas atividades e deve divulgar nesta quinta-feira, 26, um balanço da situação. 

Entre os policiais civis, o sentimento é o de que a categoria deve retornar ao até que o governo do Estado tenha condições financeiras de realizar o pagamento do alinhamento salarial dos policiais com os de nível superior, principal reivindicação dos trabalhadores.

Apesar da sinalização para o fim da paralisação, o governo do estado confirmou que deve cortar o ponto dos grevistas, possivelmente a partir do dia 3 de março, data em que a desembargadora Maysa Vendramini Rolsal, do Tribunal de Justiça do Estado, decidiu que a greve era ilegal e impôs multa, atualizada para o teto de R$ 2 milhões, ao Sindicato dos Policiais Civis do estado (Sinpol) se a categoria não retornasse ao trabalho. 

Reunião com Dulce Miranda

O comando de greve da Polícia Civil apresentou no final da tarde desta quarta-feira, a contraproposta da categoria à primeira-dama do Estado e deputada federal Dulce Miranda (PMDB). O encontro entre os integrantes do comando e congressista ocorreu em Brasília.

Conforme o presidente do Sinpol-TO (Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins), Moisemar Marinho, a deputada federal se comprometeu em conversar com o procurador Sérgio do Vale, com secretários estaduais e principalmente com o governador Marcelo Miranda (PMDB) para que a categoria e administração estadual entre em acordo e a greve dos policiais civis seja encerrada.

“Desde o princípio, nós buscamos o diálogo. Hoje, a deputada federal Dulce Miranda entendeu isso e nos recebeu. Em uma conversa franca, pudemos mostrar que a nossa contraproposta não estava longe do que o governo tinha proposto no termo de compromisso intermediado pelo MPF (Ministério Público Federal), MPE (Ministério Público Estadual) e Defensoria Pública”, salientou o presidente Moisemar Marinho.

Além de Moisemar Marinho, participaram do encontro com Dulce Miranda os policias Tito Lustosa e Suzi Silva.

 

 

 

 

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