Greve: sindicato vai recolher viaturas da PC

Como objetivo pressionar o governo a atender as reivindicações da Polícia Civil, que está em greve desde o último dia 18, o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) determinou a categoria que recolha todas as viaturas disponíveis nas delegacias na capital e no interior; Tribunal de Justiça já decretou ser ilegal a paralisação, com previsão de multa diária de R$ 5 mil

Como objetivo pressionar o governo a atender as reivindicações da Polícia Civil, que está em greve desde o último dia 18, o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) determinou a categoria que recolha todas as viaturas disponíveis nas delegacias na capital e no interior; Tribunal de Justiça já decretou ser ilegal a paralisação, com previsão de multa diária de R$ 5 mil
Como objetivo pressionar o governo a atender as reivindicações da Polícia Civil, que está em greve desde o último dia 18, o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) determinou a categoria que recolha todas as viaturas disponíveis nas delegacias na capital e no interior; Tribunal de Justiça já decretou ser ilegal a paralisação, com previsão de multa diária de R$ 5 mil (Foto: Voney Malta)
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Alagoas 247 - O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) convocou a categoria, em comunicado na tarde desta segunda-feira (25), a recolher todas as viaturas disponíveis nas delegacias da capital e interior. Ação tem como objetivo pressionar o governo estadual a atender as reivindicações da categoria, que está em greve desde o último dia 18. 

Uma assembleia geral foi convocada para a manhã desta terça-feira (26), a ser realizada na sede do Sindicato dos Urbanitários, no centro de Maceió. O Sindpol estima que 400 pessoas estejam presentes e que ao menos 100 viaturas sejam levadas à porta do local da assembleia, na Ladeira dos Martírios, de onde os grevistas seguirão até o Palácio República dos Palmares.

De acordo com o vice-presidente do Sindpol, Edeilto Gomes, na assembleia, os policiais civis também irão debater, além do processo de negociação com o Executivo - o Sindpol apresentou pauta de reivindicações com mais de 20 itens -, a decisão do Tribunal de Justiça que decretou ilegal a paralisação, com previsão de multa diária de R$ 5 mil, em desfavor do sindicato, em caso de descumprimento.

"Nós vamos levar esta decisão judicial à discussão, para que a categoria avalie de que forma iremos proceder. Também aproveitaremos a oportunidade para a criação de um calendário de ações da greve. Muitos colegas estão insatisfeitos. Prova disso é que alguns colegas virão até de Delmiro Gouveia [município sertanejo]", explicou.

À Gazetaweb, Edeilton afirmou ainda que apenas os serviços de flagrante estão sendo mantidos pelos agentes e escrivães, o que, segundo o Sindpol, representa os 30% dos serviços que devem ser ofertados, segundo a legislação, durante o movimento grevista. Os demais serviços, como os relativos a Boletim de Ocorrência (BO) e Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), seguem suspensos.

Com gazetaweb.com

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