Guarda Municipal mantém paralisação em BH

A Guarda Municipal decidiu manter a greve por tempo indeterminado em Belo Horizonte; a categoria rejeitou a proposta apresentada pela prefeitura sobre o porte de arma de fogo durante o trabalho e pedem mais agilidade no processo; em nota, o Executivo municipal informou que está providenciando a contratação de uma empresa especializada em treinamento de porte de arma; a prestação do serviço deve começar em outubro deste ano e, com isso, a prefeitura prevê que todo o efetivo esteja armado em janeiro de 2016

A Guarda Municipal decidiu manter a greve por tempo indeterminado em Belo Horizonte; a categoria rejeitou a proposta apresentada pela prefeitura sobre o porte de arma de fogo durante o trabalho e pedem mais agilidade no processo; em nota, o Executivo municipal informou que está providenciando a contratação de uma empresa especializada em treinamento de porte de arma; a prestação do serviço deve começar em outubro deste ano e, com isso, a prefeitura prevê que todo o efetivo esteja armado em janeiro de 2016
A Guarda Municipal decidiu manter a greve por tempo indeterminado em Belo Horizonte; a categoria rejeitou a proposta apresentada pela prefeitura sobre o porte de arma de fogo durante o trabalho e pedem mais agilidade no processo; em nota, o Executivo municipal informou que está providenciando a contratação de uma empresa especializada em treinamento de porte de arma; a prestação do serviço deve começar em outubro deste ano e, com isso, a prefeitura prevê que todo o efetivo esteja armado em janeiro de 2016 (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - A Guarda Municipal decidiu, nesta quinta-feira (7), manter a greve por tempo indeterminado em Belo Horizonte. A categoria rejeitou a proposta apresentada pela prefeitura sobre o porte de arma de fogo durante o trabalho e pedem mais agilidade no processo.

Em nota, o Executivo municipal informou que está providenciando a contratação de uma empresa especializada em treinamento de porte de arma. A prestação do serviço deve começar em outubro deste ano e, com isso, a prefeitura prevê que todo o efetivo esteja armado em janeiro de 2016.

A discussão sobre o porte de arma dos guardas municipais veio à tona em janeiro deste ano, após uma servidora ser atingida por uma bala de borracha durante uma confusão entre guardas e a PM no Centro da capital.

Os guardas pedem, ainda, o acesso ao Registro de Evento de Defesa Social (Reds) para o registro de ocorrências, já que o sistema é limitado ao uso da Polícia Militar (PM). A prefeitura informou que a proposta será discutida com a Secretaria de Estado de Defesa Social (SEDS), porém não foi divulgada a data da reunião.

De acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Belo Horizonte (Sindibel), a categoria se reunirá na próxima segunda-feira (11), para discutir os rumos da mobilização.

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