Guimarães: “Foi um espetáculo midiático deprimente”

O deputado federal José Guimarães (PT-CE) considerou a coletiva dos procuradores para denunciar o ex-presidente Lula de corrupção e lavagem de dinheiro "um espetáculo midiático deprimente", com o objetivo de interditar uma possível candidatura de Lula em 2018. "Como indiciar sem provas? Com base somente em uma 'convicção' subjetiva?", questionou

O deputado federal José Guimarães (PT-CE) considerou a coletiva dos procuradores para denunciar o ex-presidente Lula de corrupção e lavagem de dinheiro "um espetáculo midiático deprimente", com o objetivo de interditar uma possível candidatura de Lula em 2018. "Como indiciar sem provas? Com base somente em uma 'convicção' subjetiva?", questionou
O deputado federal José Guimarães (PT-CE) considerou a coletiva dos procuradores para denunciar o ex-presidente Lula de corrupção e lavagem de dinheiro "um espetáculo midiático deprimente", com o objetivo de interditar uma possível candidatura de Lula em 2018. "Como indiciar sem provas? Com base somente em uma 'convicção' subjetiva?", questionou (Foto: Fatima 247)

Ceará247 - O deputado federal José Guimarães (PT-CE) publicou nota conclamando a população a defender a democracia e o ex-presidente Lula. "Convocamos todos para ir às ruas defender a democracia e o presidente Lula, que sofre mais essa injustiça".

No texto, o deputado afirma que a coletiva dos procuradores para apresentar as denúncias contra o ex-presidente Lula foi um espetáculo midiático deprimente, com o objetivo de interditar uma possível candidatura em 2018. "'Não esperem provas'. A frase abusiva e arbitrária foi dita hoje pelo procurador da Operação Lava Jato em relação ao indiciamento do ex-presidente Lula. Um espetáculo midiático deprimente de quem insiste em interditar uma possível candidatura daquele que foi o maior presidente da história do Brasil".

Guimarães também questionou as acusações contra o ex-presidente. "Como indiciar sem provas? Com base somente em uma 'convicção' subjetiva? Mais uma vez assistimos a uma afronta à democracia e ao Estado Democrático de Direito a partir do momento em que, sem provas e tentando convencer a opinião pública, acusa-se um cidadão mesmo admitindo não haver provas contra ele".

Veja a íntegra da nota.

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