Haddad vira réu por corrupção e lavagem. 'Denúncia sem provas', diz

Ex-prefeito de São Paulo, que foi candidato do PT à Presidência da República, após o impedimento do ex-presidente Lula, se torna réu em denúncia que aponta que o tesoureiro do partido negociou com a empreiteira UTC um valor para pagar dívida da campanha de Haddad para a Prefeitura de SP em 2012, dando sequência à perseguição deflagrada pelo sistema político-partidário contra lideranças petistas; Haddad diz que as denúncias são "todas sem provas", baseadas em delação de quem teve "interesses contrariados"

Haddad vira réu por corrupção e lavagem. 'Denúncia sem provas', diz
Haddad vira réu por corrupção e lavagem. 'Denúncia sem provas', diz (Foto: REUTERS/Ricardo Moraes)
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SP 247 - O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que foi candidato do PT à Presidência da República, após o impedimento do ex-presidente Lula, se tornou réu por corrupção e lavagem de dinheiro, por decisão do juiz Leonardo Barreiros, da 5ª Vara Criminal da Barra Funda, que aceitou a denúncia do promotor Marcelo Mendroni, do Gedec, Grupo Especial de Delitos Econômicos.

A denúncia aponta que o tesoureiro do PT negociou com a presidente da UTC, Ricardo Pessoa, um valor para pagar dívida da campanha de Haddad para a Prefeitura de SP em 2012. Entre abril e maio de 2013, Pessoa teria recebido um pedido de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, que também é réu na ação, da quantia de R$ 3 milhões.

Haddad diz que as denúncias são "todas sem provas", baseadas em delação de quem teve "interesses contrariados". "A denúncia é mais uma tentativa de reciclar a já conhecida e descredibilizada delação de Ricardo Pessoa", diz trecho de nota divulgada por sua assessoria de imprensa.

"Com o mesmo depoimento, sobre os mesmos fatos, de um delator cuja narrativa já foi afastada pelo STF, o Ministério Público fez uma denúncia de caixa 2, uma denúncia de corrupção e uma de improbidade. Todas sem provas, finfadas apenas na desgastada palavra de Ricardo Pessoa, que teve seus interesses contrariados pelo então prefeito Fernando Haddad. Trata-se de abuso que será levado aos tribunais", diz ainda a nota.

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O Ministério Público também havia feito denúncia do crime de formação de quadrilha, que não foi aceita pela Justiça.

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